05/04/2007
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21h50
Duas pessoas morreram após uma perseguição pelas ruas de Belo Horizonte, na madrugada desta quinta-feira. As vítimas haviam saído do jogo entre Atlético-MG e América-RJ, pela Copa do Brasil.
Um grupo formado por seis pessoas com idades entre 15 e 25 anos voltava em um Golf do estádio Mineirão, no bairro São Luís, quando percebeu que estava sendo seguido por quatro homens, armados, em duas motocicletas.
De acordo com a Delegacia de Homicídios, que está investigando o crime, a perseguição foi feita por cerca de cinco quarteirões, quando --já na praça São Dimas, no bairro Serrano-- um dos homens nas motos anunciou um assalto.
O motorista e dono do carro Renê Brígido de Oliveira, 22, acelerou na tentativa de fugir.
Os assaltantes efetuaram disparos contra o carro e continuaram a perseguição até Oliveira parar o veículo em frente a um bar chamado Juvena's. Os passageiros do carro entraram no local na tentativa de se proteger.
Marcos Vinícius Ferreira, 22, que havia sido atingido por um tiro nas costas e outro no braço direito, morreu dentro do bar. Ele estava em liberdade provisória --ele havia sido preso em outubro do ano passado, acusado de envolvimento com tráfico de drogas. Ferreira ficou detido na Penitenciária de Betim (região metropolitana de Belo Horizonte).
Jéssica Laís, 15, foi atingida por dois tiros na cabeça e chegou a receber atendimento médico na UAI (Unidade de Atendimento Intensivo) Ressaca, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Uma adolescente de 17 anos levou um tiro nas costas, foi atendida na UAI Ressaca e não corre risco de morte.
Os outros passageiros do carro não foram atingidos pelos disparos. Um deles, identificado apenas como Keké, não foi localizado pela PM para prestar depoimento.
O veículo ficou com marcas de balas e foi levado para o Instituto de Criminalística. A Polícia Civil não soube informar se as vítimas estavam usando uniformes de time de futebol. De acordo com a Polícia Militar, o motivo e a autoria do crime ainda não foram esclarecidos.
Especial
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Dois morrem em perseguição após jogo em Belo Horizonte
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da Agência Folha, em Belo HorizonteDuas pessoas morreram após uma perseguição pelas ruas de Belo Horizonte, na madrugada desta quinta-feira. As vítimas haviam saído do jogo entre Atlético-MG e América-RJ, pela Copa do Brasil.
Um grupo formado por seis pessoas com idades entre 15 e 25 anos voltava em um Golf do estádio Mineirão, no bairro São Luís, quando percebeu que estava sendo seguido por quatro homens, armados, em duas motocicletas.
De acordo com a Delegacia de Homicídios, que está investigando o crime, a perseguição foi feita por cerca de cinco quarteirões, quando --já na praça São Dimas, no bairro Serrano-- um dos homens nas motos anunciou um assalto.
O motorista e dono do carro Renê Brígido de Oliveira, 22, acelerou na tentativa de fugir.
Os assaltantes efetuaram disparos contra o carro e continuaram a perseguição até Oliveira parar o veículo em frente a um bar chamado Juvena's. Os passageiros do carro entraram no local na tentativa de se proteger.
Marcos Vinícius Ferreira, 22, que havia sido atingido por um tiro nas costas e outro no braço direito, morreu dentro do bar. Ele estava em liberdade provisória --ele havia sido preso em outubro do ano passado, acusado de envolvimento com tráfico de drogas. Ferreira ficou detido na Penitenciária de Betim (região metropolitana de Belo Horizonte).
Jéssica Laís, 15, foi atingida por dois tiros na cabeça e chegou a receber atendimento médico na UAI (Unidade de Atendimento Intensivo) Ressaca, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Uma adolescente de 17 anos levou um tiro nas costas, foi atendida na UAI Ressaca e não corre risco de morte.
Os outros passageiros do carro não foram atingidos pelos disparos. Um deles, identificado apenas como Keké, não foi localizado pela PM para prestar depoimento.
O veículo ficou com marcas de balas e foi levado para o Instituto de Criminalística. A Polícia Civil não soube informar se as vítimas estavam usando uniformes de time de futebol. De acordo com a Polícia Militar, o motivo e a autoria do crime ainda não foram esclarecidos.
Especial

