13/04/2007
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11h53
O Estado de São Paulo registrou o segundo caso de morte por dengue hemorrágica em Hortolândia (105 km a noroeste de São Paulo). Uma mulher de 25 anos morreu há um mês no município, mas a confirmação do Instituto Adolfo Lutz sobre foi divulgada na quinta-feira (12) pela prefeitura.
Oficialmente, o Estado tem cinco casos de dengue hemorrágica --Hortolândia, Mirassol, Campinas, Ubatuba e Itanhaém. A morte em Hortolândia ainda não foi registrada pela Secretaria de Estado de Saúde, que deve atualizar seus dados nesta sexta-feira.
A primeira morte por dengue hemorrágica --variação da doença que pode levar à morte-- foi registrada em São Paulo em março, no entanto, a vítima foi infectada em Itanhaém (litoral paulista).
Atualmente, de acordo com o Estado, são 15.237 casos de dengue. O número é o mesmo informado antes do feriado prolongado de Páscoa, quando a secretaria divulgou um alerta sobre os cuidados para não contrair a doença para quem fosse para o litoral.
Epidemia
De acordo com a Secretaria de Saúde de Hortolândia, o município enfrenta uma epidemia de dengue com 730 casos. Desde o início do ano a prefeitura intensificou o trabalho de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.
Os principais agravantes do município para a proliferação da dengue, de acordo com a assessoria da pasta, são as áreas onde não há água encanada, como o bairro Sítio São João, onde a população armazena água em tambores --criadores em potencial para as larvas do mosquito.
Os cerca de 30 bairros mais pobres do município registram ao menos 400 casos da doença, de acordo com a assessoria.
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São Paulo registra segunda morte por dengue hemorrágica deste ano
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da Folha OnlineO Estado de São Paulo registrou o segundo caso de morte por dengue hemorrágica em Hortolândia (105 km a noroeste de São Paulo). Uma mulher de 25 anos morreu há um mês no município, mas a confirmação do Instituto Adolfo Lutz sobre foi divulgada na quinta-feira (12) pela prefeitura.
Oficialmente, o Estado tem cinco casos de dengue hemorrágica --Hortolândia, Mirassol, Campinas, Ubatuba e Itanhaém. A morte em Hortolândia ainda não foi registrada pela Secretaria de Estado de Saúde, que deve atualizar seus dados nesta sexta-feira.
A primeira morte por dengue hemorrágica --variação da doença que pode levar à morte-- foi registrada em São Paulo em março, no entanto, a vítima foi infectada em Itanhaém (litoral paulista).
Atualmente, de acordo com o Estado, são 15.237 casos de dengue. O número é o mesmo informado antes do feriado prolongado de Páscoa, quando a secretaria divulgou um alerta sobre os cuidados para não contrair a doença para quem fosse para o litoral.
Epidemia
De acordo com a Secretaria de Saúde de Hortolândia, o município enfrenta uma epidemia de dengue com 730 casos. Desde o início do ano a prefeitura intensificou o trabalho de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.
Os principais agravantes do município para a proliferação da dengue, de acordo com a assessoria da pasta, são as áreas onde não há água encanada, como o bairro Sítio São João, onde a população armazena água em tambores --criadores em potencial para as larvas do mosquito.
Os cerca de 30 bairros mais pobres do município registram ao menos 400 casos da doença, de acordo com a assessoria.
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