18/04/2007
-
09h37
da Folha de S.Paulo
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberou o uso do remédio homeopático da dengue que vinha sendo distribuído pela Prefeitura de São José do Rio Preto, interior de SP, e que foi vetado em março pela Secretaria da Saúde do Estado.
Em reunião conjunta com o Ministério da Saúde, a secretaria paulista e a Secretaria Municipal de Saúde de São José de Rio Preto, a agência decidiu que o remédio pode continuar sendo distribuído desde que seja usado nos casos sintomáticos de dengue e com receita médica individualizada.
Ao interditar o medicamento, a secretaria estadual alegou que ele não tinha comprovação científica de eficácia e descumpria regras de manuseio e distribuição, entre outras coisas. Já a secretaria municipal negou as denúncias e impediu que técnicos do governo recolhessem o produto.
No último dia 3, a Justiça determinou que a distribuição fosse feita com receita médica.
Leia mais
Casos de dengue no Estado de SP sobem 33% na 1ª quinzena do mês
São Paulo registra segunda morte por dengue hemorrágica deste ano
Justiça limita distribuição de remédio contra dengue no interior de SP
Secretaria da Saúde alerta para o risco de dengue no litoral
Especial
Leia o que já foi publicado sobre casos de dengue
Anvisa libera homeopatia para dengue
Publicidade
CLÁUDIA COLLUCCIda Folha de S.Paulo
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberou o uso do remédio homeopático da dengue que vinha sendo distribuído pela Prefeitura de São José do Rio Preto, interior de SP, e que foi vetado em março pela Secretaria da Saúde do Estado.
Em reunião conjunta com o Ministério da Saúde, a secretaria paulista e a Secretaria Municipal de Saúde de São José de Rio Preto, a agência decidiu que o remédio pode continuar sendo distribuído desde que seja usado nos casos sintomáticos de dengue e com receita médica individualizada.
Ao interditar o medicamento, a secretaria estadual alegou que ele não tinha comprovação científica de eficácia e descumpria regras de manuseio e distribuição, entre outras coisas. Já a secretaria municipal negou as denúncias e impediu que técnicos do governo recolhessem o produto.
No último dia 3, a Justiça determinou que a distribuição fosse feita com receita médica.
Leia mais
Especial

