27/04/2007
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12h44
da Folha Online
Gleivson Flávio de Sales, 24, que manteve uma mulher e duas crianças reféns por 56 horas, em Campinas (95 km a noroeste de São Paulo), deve ser transferido ainda nesta sexta-feira para o complexo penitenciário Campinas-Hortolândia, de onde fugiu em outubro de 2005. Na época, ele respondia a processos por tentativa de homicídio e porte ilegal de arma.
Segundo a polícia, quando fugiu da prisão, Sales estava ameaçado de morte. Ele passou a madrugada desta sexta na carceragem da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Campinas.
O caso começou na manhã de terça (24). Na tentativa de fugir da polícia, Sales invadiu a casa --armado com uma pistola-- e manteve reféns Mara Silva de Souza, 30, e seus três filhos --de 3, 7 e 10 anos. Ele era perseguido porque havia participado de um roubo a uma loja da região.
Horas após invadir o imóvel, Sales libertou a criança mais nova em troca de um colete à prova de balas. Durante toda a negociação, ele pediu um carro para fugir, mas a polícia não cedeu. Ele interrompeu o contato com os negociadores por diversas vezes.
Sales só libertou seu segundo refém, o menino de 10 anos, na tarde de quinta (26), depois da interferência de uma mulher que se diz namorada dele. Os últimos reféns foram libertados pela polícia cerca de meia hora depois, quando a polícia invadiu a casa e prendeu Sales.
O criminoso, segundo a PM, estava debaixo da cama, após escorregar e bater a cabeça.
Durante as negociações, Sales demonstrou tensão e instabilidade, de acordo com os policiais, e apresentou diferentes nomes.
O coronel da PM Eliazário Ferreira Barbosa afirma que o menino de 10 anos, ao ser libertado, disse que Sales "não era mau" e que "o homem" libertaria o irmão e a mãe.
De acordo com a polícia, esse foi o mais longo caso de cárcere privado da história do Estado.
Colaborou JOÃO CARLOS MAGALHÃES, da Agência Folha
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da Agência Folhada Folha Online
Gleivson Flávio de Sales, 24, que manteve uma mulher e duas crianças reféns por 56 horas, em Campinas (95 km a noroeste de São Paulo), deve ser transferido ainda nesta sexta-feira para o complexo penitenciário Campinas-Hortolândia, de onde fugiu em outubro de 2005. Na época, ele respondia a processos por tentativa de homicídio e porte ilegal de arma.
Segundo a polícia, quando fugiu da prisão, Sales estava ameaçado de morte. Ele passou a madrugada desta sexta na carceragem da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Campinas.
| Antonio Gauderio/Folha Imagem |
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| Policiais conduzem Gleivson Sales |
O caso começou na manhã de terça (24). Na tentativa de fugir da polícia, Sales invadiu a casa --armado com uma pistola-- e manteve reféns Mara Silva de Souza, 30, e seus três filhos --de 3, 7 e 10 anos. Ele era perseguido porque havia participado de um roubo a uma loja da região.
Horas após invadir o imóvel, Sales libertou a criança mais nova em troca de um colete à prova de balas. Durante toda a negociação, ele pediu um carro para fugir, mas a polícia não cedeu. Ele interrompeu o contato com os negociadores por diversas vezes.
Sales só libertou seu segundo refém, o menino de 10 anos, na tarde de quinta (26), depois da interferência de uma mulher que se diz namorada dele. Os últimos reféns foram libertados pela polícia cerca de meia hora depois, quando a polícia invadiu a casa e prendeu Sales.
O criminoso, segundo a PM, estava debaixo da cama, após escorregar e bater a cabeça.
Durante as negociações, Sales demonstrou tensão e instabilidade, de acordo com os policiais, e apresentou diferentes nomes.
O coronel da PM Eliazário Ferreira Barbosa afirma que o menino de 10 anos, ao ser libertado, disse que Sales "não era mau" e que "o homem" libertaria o irmão e a mãe.
De acordo com a polícia, esse foi o mais longo caso de cárcere privado da história do Estado.
Colaborou JOÃO CARLOS MAGALHÃES, da Agência Folha
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