07/05/2007
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10h40
da Folha de S.Paulo
Subiu para quatro o número de mortos na Vila Cruzeiro, zona norte do Rio, desde o início da operação da Polícia Militar na favela. A ação começou na última quarta-feira.
No domingo (6), morreu o estudante Vítor de Souza Euzébio, 21, quarta vítima dos confrontos. Euzébio não estava envolvido na batalha e morreu atingido por uma bala na laje de casa, ao subir para ver a marca de um tiro que havia atingido a caixa d'água minutos antes. Outras 12 pessoas foram feridas.
Os PMs ocuparam a favela depois que os soldados Marco Antônio Ribeiro Vieira e Marcos André Lopes da Silva, do 9º Batalhão (Rocha Miranda) foram cercados e mortos com mais de 30 tiros no mesmo local onde João Hélio Fernandes, 6, e sua família foram abordados, em fevereiro. Os policiais foram mortos na terça-feira (1º).
A operação visa a encontrar os responsáveis pela morte dos soldados. O soldado Wilson Sant'Anna Lopes, 28, do Bope (Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar), atingido na barriga com um tiro de fuzil e os outros dois supostos criminosos morreram.
Segundo a Polícia Militar, a operação não tem data para acabar.
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Subiu para quatro o número de mortos na Vila Cruzeiro, zona norte do Rio, desde o início da operação da Polícia Militar na favela. A ação começou na última quarta-feira.
No domingo (6), morreu o estudante Vítor de Souza Euzébio, 21, quarta vítima dos confrontos. Euzébio não estava envolvido na batalha e morreu atingido por uma bala na laje de casa, ao subir para ver a marca de um tiro que havia atingido a caixa d'água minutos antes. Outras 12 pessoas foram feridas.
Os PMs ocuparam a favela depois que os soldados Marco Antônio Ribeiro Vieira e Marcos André Lopes da Silva, do 9º Batalhão (Rocha Miranda) foram cercados e mortos com mais de 30 tiros no mesmo local onde João Hélio Fernandes, 6, e sua família foram abordados, em fevereiro. Os policiais foram mortos na terça-feira (1º).
A operação visa a encontrar os responsáveis pela morte dos soldados. O soldado Wilson Sant'Anna Lopes, 28, do Bope (Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar), atingido na barriga com um tiro de fuzil e os outros dois supostos criminosos morreram.
Segundo a Polícia Militar, a operação não tem data para acabar.
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