14/03/2001
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11h29
da Folha Online
O julgamento do coronel da reserva Ubiratan Guimarães, que comandou a invasão da Polícia Militar no pavilhão nove da Casa de Detenção, no complexo penitenciário do Carandiru, na zona norte de São Paulo, em que 111 presos morreram, foi remarcado para o dia 20 de junho pelo juiz Nelson Xavier, do 2º Tribunal do Júri.
O "massacre do Carandiru", como ficou conhecido o episódio, ocorreu no dia 2 de outubro de 1992 e causou indignação internacional.
O julgamento foi adiado no dia 1º de dezembro do ano passado porque um dos jurados, o eletricista David Fernandes Moreno, passou mal. Segundo informações do 2º Tribunal do Júri, ele estava com um abscesso (acúmulo de pus) na garganta.
O complexo do Carandiru foi o foco principal de uma série de 29 rebeliões em presídios e delegacias ocorridas no Estado de São Paulo no mês passado.
Na segunda-feira (12), o governador Geraldo Alckmin estabeleceu prazo de 15 dias para a desativação da Casa de Detenção. O local, por enquanto, será dividido em três unidades por determinação do governo estadual.
Julgamento do coronel Ubiratan é remarcado para junho
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FABIANE LEITEda Folha Online
O julgamento do coronel da reserva Ubiratan Guimarães, que comandou a invasão da Polícia Militar no pavilhão nove da Casa de Detenção, no complexo penitenciário do Carandiru, na zona norte de São Paulo, em que 111 presos morreram, foi remarcado para o dia 20 de junho pelo juiz Nelson Xavier, do 2º Tribunal do Júri.
O "massacre do Carandiru", como ficou conhecido o episódio, ocorreu no dia 2 de outubro de 1992 e causou indignação internacional.
O julgamento foi adiado no dia 1º de dezembro do ano passado porque um dos jurados, o eletricista David Fernandes Moreno, passou mal. Segundo informações do 2º Tribunal do Júri, ele estava com um abscesso (acúmulo de pus) na garganta.
O complexo do Carandiru foi o foco principal de uma série de 29 rebeliões em presídios e delegacias ocorridas no Estado de São Paulo no mês passado.
Na segunda-feira (12), o governador Geraldo Alckmin estabeleceu prazo de 15 dias para a desativação da Casa de Detenção. O local, por enquanto, será dividido em três unidades por determinação do governo estadual.


