03/05/2001
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04h11
O traficante Luiz Fernando da Costa, 33, o Fernandinho Beira-Mar, não quer mais comentar o caso da lista com nomes de políticos, empresários e policiais que teriam colaborado com o tráfico.
Temendo ser prejudicado, caso seja transferido para o Rio, ele continua negando que forneceu os nomes a Josias Quintal, secretário da Segurança. "Eu aprendi que não se deve brigar com o poder porque a gente só leva ferro", disse ontem por meio de seu advogado, Adalberto Lustosa.
O traficante fez o comentário após saber que um dos acusados da morte da fonoaudióloga Márcia Coelho Lira, 42, foi achado enforcado na Polinter, no Rio.
O procurador-geral de Justiça do Rio, José Muinõz Piñeiro Filho, informou que não pretende depor na PF enquanto estiver investigando a existência de políticos, policiais e empresários envolvidos com Beira-Mar. Quintal e Piñeiro Filho serão chamados a depor no inquérito que investiga a suposta lista de Beira-Mar.
Beira-Mar se nega a falar de lista e diz que "não se briga com o poder"
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da Folha de S.Paulo, em Brasília e no Rio O traficante Luiz Fernando da Costa, 33, o Fernandinho Beira-Mar, não quer mais comentar o caso da lista com nomes de políticos, empresários e policiais que teriam colaborado com o tráfico.
Temendo ser prejudicado, caso seja transferido para o Rio, ele continua negando que forneceu os nomes a Josias Quintal, secretário da Segurança. "Eu aprendi que não se deve brigar com o poder porque a gente só leva ferro", disse ontem por meio de seu advogado, Adalberto Lustosa.
O traficante fez o comentário após saber que um dos acusados da morte da fonoaudióloga Márcia Coelho Lira, 42, foi achado enforcado na Polinter, no Rio.
O procurador-geral de Justiça do Rio, José Muinõz Piñeiro Filho, informou que não pretende depor na PF enquanto estiver investigando a existência de políticos, policiais e empresários envolvidos com Beira-Mar. Quintal e Piñeiro Filho serão chamados a depor no inquérito que investiga a suposta lista de Beira-Mar.


