ONG de prostitutas vai processar suspeitos de espancar mulher no Rio
da Folha Online
A ONG Davida, que comanda a grife Daspu, vai processar os acusados de espancar a empregada doméstica Sirley Dias Carvalho Pinto, 32, no Rio, revelou a colunista Mônica Bergamo na edição desta quinta-feira da Folha.
A instituição pedirá indenização por danos morais pela frase de um dos jovens que disse imaginar que a vítima era prostituta. "Quer dizer que em prostituta se bate?", diz Gabriela Leite, presidente da ONG.
Sirley foi espancada e roubada por volta das 4h30 de sábado (22) quando estava em um ponto de ônibus na avenida Lúcio Costa, na Barra da Tijuca (zona oeste). Ela havia saído cedo de casa para ir ao médico.
A partir da placa do carro usado pelos rapazes, anotada por um taxista que testemunhou a agressão, a polícia encontrou o primeiro suspeito. Preso, ele admitiu o espancamento, disse que o grupo pensava que a vítima fosse uma prostituta e deu os nomes dos demais rapazes --moradores de um condomínio de classe alta da cidade. O sexto suspeito de envolvimento no crime prestou depoimento à polícia nesta quinta-feira.
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