20/06/2001
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09h33
Editor de Cotidiano da Folha Online
A PM colocou 140 homens na segurança da área do 1º Tribunal do Júri, na Barra Funda, mas esse número pode crescer no decorrer do dia. Nesta quarta-feira está marcado o julgamento do coronel da reserva Ubiratan Guimarães, comandante da ação que matou 111 presos.
"Hoje é um dia normal para a corporação", disse o coronel Renato Perrenoud, chefe de Comunicação da PM.
Sobre os rumores de que o Primeiro Comando da Capital vá se "manifestar", para marcar a data do massacre, Perrenoud, 44, disse que a PM está tranquila, mas atenta.
Clique e veja fotos do massacre de 1992.
O PCC, maior facção criminosa de São Paulo, já deflagrou megarrebeliões (como a de fevereiro último), fez resgates em massa de presos e é suspeito de ser autor de bombas como a detonada no Fórum João Mendes, no início do mês.
"Não menosprezamos a possibilidade (de ação do PCC), mas não há motivo para alarde. Esses rumores são uma inquietação natural", afirmou o coronel à Folha Online.
Leia especial sobre o massacre do Carandiru
PM põe 140 homens na área do julgamento do "coronel do massacre"
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RICARDO FELTRINEditor de Cotidiano da Folha Online
A PM colocou 140 homens na segurança da área do 1º Tribunal do Júri, na Barra Funda, mas esse número pode crescer no decorrer do dia. Nesta quarta-feira está marcado o julgamento do coronel da reserva Ubiratan Guimarães, comandante da ação que matou 111 presos.
"Hoje é um dia normal para a corporação", disse o coronel Renato Perrenoud, chefe de Comunicação da PM.
Sobre os rumores de que o Primeiro Comando da Capital vá se "manifestar", para marcar a data do massacre, Perrenoud, 44, disse que a PM está tranquila, mas atenta.
Clique e veja fotos do massacre de 1992.
O PCC, maior facção criminosa de São Paulo, já deflagrou megarrebeliões (como a de fevereiro último), fez resgates em massa de presos e é suspeito de ser autor de bombas como a detonada no Fórum João Mendes, no início do mês.
"Não menosprezamos a possibilidade (de ação do PCC), mas não há motivo para alarde. Esses rumores são uma inquietação natural", afirmou o coronel à Folha Online.
Leia especial sobre o massacre do Carandiru


