25/06/2001
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09h56
da Folha Online
Os sete jurados que vão condenar ou absolver o coronel Ubiratan Guimarães fizeram uma visita nesta manhã ao pavilhão 9 da Casa de Detenção, no complexo do Carandiru, zona norte da capital paulista. Eles permaneceram no local por cerca de 15 minutos. A visita foi solicitada pela defesa.
Segundo a assessoria do TJ (Tribunal de Justiça), os jurados _cinco homens e duas mulheres_ saíram do Fórum Barra Funda, onde ocorre o julgamento, às 8h50. Chegaram ao presídio às 9h e foram embora às 9h15.
Os jurados visitaram o pátio interno do pavilhão, tiveram acesso a escadas, corredores e galerias. Eles não conversaram com os detentos.
O objetivo da defesa foi mostrar o percurso da invasão da tropa de choque durante o massacre do Carandiru, em 2 de outubro de 1992.
Os jurados foram acompanhados pela juíza Maria Cristina Cotrofe, por promotores, advogados de defesa, diretores do presídio e por agentes penitenciários. Eles retornaram ao fórum após a visita.
De acordo com o TJ, hoje, sexto dia de julgamento, começam a ser ouvidas testemunhas de acusação. No total, serão 10 pessoas.
Ubiratan é acusado pela morte dos 111 presos no massacre e pela tentativa de homicídio de outras cinco pessoas.
Leia especial sobre o massacre do Carandiru
Jurados visitam por 15 minutos pavilhão 9 da Casa de Detenção
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MILENA BUOSIda Folha Online
Os sete jurados que vão condenar ou absolver o coronel Ubiratan Guimarães fizeram uma visita nesta manhã ao pavilhão 9 da Casa de Detenção, no complexo do Carandiru, zona norte da capital paulista. Eles permaneceram no local por cerca de 15 minutos. A visita foi solicitada pela defesa.
Segundo a assessoria do TJ (Tribunal de Justiça), os jurados _cinco homens e duas mulheres_ saíram do Fórum Barra Funda, onde ocorre o julgamento, às 8h50. Chegaram ao presídio às 9h e foram embora às 9h15.
Os jurados visitaram o pátio interno do pavilhão, tiveram acesso a escadas, corredores e galerias. Eles não conversaram com os detentos.
O objetivo da defesa foi mostrar o percurso da invasão da tropa de choque durante o massacre do Carandiru, em 2 de outubro de 1992.
Os jurados foram acompanhados pela juíza Maria Cristina Cotrofe, por promotores, advogados de defesa, diretores do presídio e por agentes penitenciários. Eles retornaram ao fórum após a visita.
De acordo com o TJ, hoje, sexto dia de julgamento, começam a ser ouvidas testemunhas de acusação. No total, serão 10 pessoas.
Ubiratan é acusado pela morte dos 111 presos no massacre e pela tentativa de homicídio de outras cinco pessoas.
Leia especial sobre o massacre do Carandiru


