Preso, dono do Bahamas pede asilo em quatro países
da Folha Online
O empresário Oscar Maroni Filho, proprietário da boate Bahamas, em São Paulo, decidiu pedir asilo em outro país sob alegação de que é vítima de "perseguição política", revela a colunista Mônica Bergamo na edição desta quarta-feira da Folha. Para ler a íntegra da coluna, clique aqui (exclusivo para assinantes da Folha ou do UOL).
"De acordo com o advogado Daniel Majzoub, a solicitação está sendo encaminhada a quatro embaixadas, de Holanda, Suécia, Canadá e Dinamarca", afirma Bergamo.
Maroni Filho está preso há 15 dias acusado de formação de quadrilha e exploração da prostituição.
| Sergio Alberti/Folha Imagem |
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| O empresário Oscar Maroni Filho, dono da boate Bahamas, preso em São Paulo |
Ontem (28), o TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo autorizou a prefeitura a interditar o hotel que o empresário construiu ao lado do aeroporto de Congonhas, na zona sul da cidade. Esta é a segunda vez que o hotel --que ainda não foi inaugurado-- é fechado. O prédio se tornou alvo de polêmica após o acidente com o vôo 3054 da TAM. Com 11 andares e próximo do terminal, ele passou a ser considerado um risco à segurança de vôo.
Para cassar a licença que autorizou a obra, a prefeitura alegou que o prédio não corresponde à planta aprovada pela Aeronáutica e que Maroni o transformou em hotel irregularmente.
O Bahamas, de Maroni Filho, também está fechado. Com base em uma entrevista concedida pelo empresário antes de ser preso, o subprefeito da Vila Mariana, Fábio Lepique, recusou a licença de funcionamento da boate no último dia 2. Na entrevista, Maroni Filho declarou que a boate promove a prostituição. "Sim, é prostituição de luxo sim, não vamos ser hipócritas."
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