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Cotidiano
10/09/2007 - 15h35

Baixa umidade e calor predominam até fim da semana no país

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da Folha Online

As temperaturas altas e a baixa umidade devem prevalecer em boa parte do país até o fim da semana, de acordo com previsão do tempo do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). A situação é mais crítica em Mato Grosso, onde a umidade relativa do ar atinge níveis abaixo de 20%. No interior de São Paulo a umidade também chegou a níveis de alerta.

Pela escala da OMS (Organização Mundial de Saúde), índices de umidade relativa do ar inferiores a 30% são considerados preocupantes; índices entre 20% e 30% indicam estado de atenção; entre 12% a 20%, de alerta; e abaixo de 12%, de alerta máximo.

Da semana passada até ontem (9), Mato Grosso registrou níveis entre 15% e 16% de umidade relativa. Hoje, de acordo com a Defesa Civil, a medição oficial registrou 28% em Cuiabá.

De acordo com o Inmet, as altas temperaturas e a baixa umidade são comuns para esta época do ano, exceto na área litorânea, devido à transição para a primavera.

Em São Paulo, as regiões que mais sofrem com a baixa umidade do ar são o centro-oeste e norte do Estado. Hoje, o município de Votuporanga (519 km a noroeste de São Paulo) registrou --pela rede não-oficial do Inmet-- 19% de umidade relativa.

A cidade de São Paulo e a região leste do Estado também registram baixa umidade, no entanto, com níveis melhores devido à proximidade da região litorânea.

A previsão é de ocorrência de chuvas na segunda semana de setembro em todo país, exceto na região Norte, que registra pancadas de chuvas, de acordo com o Inmet. No entanto, há a possibilidade de pancadas de chuvas no final desta semana nas demais regiões, segundo o instituto.

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Comentários dos leitores
RENATO RODRGUES AVELINO (19) 07/12/2009 02h28
RENATO RODRGUES AVELINO (19) 07/12/2009 02h28
Durante algum tempo, no início da década de 1990, escrevia, periodicamente, artigos sobre os problemas ecológicos que atingiam o nosso planeta. Antes, no final do decênio de 1980 e com a Time nas mãos, costumava percorrer as escolas de Fortaleza - onde à época eu morava - a palestrar sobre os problemas da devastação das florestas. Depois de algum tempo, infelizmente, percebi que os problemas que atingem a Terra, a maioria deles oriunda da atividade humana que sempre encarou a Natureza como um desafio a ser vencido a qualquer preço, só seriam encarados de frente quando fossem vistos como um negócio rentável nesse globo capitalista. Também me dei conta que enquanto a raça humana não parar de querer adaptar o meio ambiente para si, nada fará deste planeta um mundo melhor. Mais, essa estória de aquecimento do planeta é algo inexorável, estamos ainda em processo de desgelo consequente da última Era do Gelo. O homem tem de parar de autoafirmar-se Senhor da Terra - algo que vem sendo evidenciado desde que a Biblia, escrita por homens, o descreveu como feito à imagem de Deus. Atitudes aparentemente óbvias de preservação da nossa espécie, como combater as "pragas" que ameaçam as plantações, ou combater os mosquitos transmissores de "doenças" como malária e dengue, corroboram com o já avançado estado de desequilíbrio ambiental. Observem um mosquito sugando o sangue do humano e comparem com o homem sugando o petróleo da Terra. Há alguma semelhança? Quem, ao final, combaterá o homem? sem opinião
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Sudeste/ sudestino (142) 06/12/2009 18h16
Sudeste/ sudestino (142) 06/12/2009 18h16
Interesses - Fregapani denuncia que há três países especialmente interessados na Amazônia: os Estados Unidos, a Inglaterra e a Holanda. Eles teriam coadjuvantes: França, Alemanha e outros. "Mas o interesse dos Estados Unidos é mais profundo. Se nós explorarmos o ouro abundante da Amazônia, vai cair o preço do ouro, e isso vai diminuir o valor das reservas dos Estados Unidos, onde está certamente a maior parte do ouro governamental do mundo", argumenta o militar. Segundo ele, isso seria um baque para os Estados Unidos, talvez pior do que perderem o petróleo da Arábia Saudita. "A grita ambientalista atende principalmente aos Estados Unidos, para cortar a exploração do ouro, e também para não atrapalhar seu mercado de soja", denuncia. sem opinião
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Sudeste/ sudestino (142) 06/12/2009 18h02
Sudeste/ sudestino (142) 06/12/2009 18h02
Eu não acredito nessa pesquisa. Esse texto é feito para induzir a população; anteriormente dizia-se que a pesquisa tinha sido feita por um organismo internacional, agora é o Data Folha? sem opinião
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