Ministro minimiza ataque sofrido no Rio, mas defende policiamento
GABRIELA MANZINI
da Folha Online
O ministro das Cidades, Márcio Fortes, minimizou o ataque a tiros sofrido pelo trem em que ele estava, na região da favela do Jacarezinho (zona norte do Rio), na manhã desta segunda-feira. "Eu sou muito frio pra essas coisas. Na ida, permaneci sentado. Na volta, pediram que eu me abaixasse. Foi o que eu fiz", disse.
Em entrevista à Folha Online, Fortes afirmou que, como ministro, tem a "missão do bem" de melhorar a vida das pessoas dando moradia e saneamento básico, por exemplo, e que o ataque desta segunda-feira foi "extraordinário". "O pessoal do mal deve ter estranhado a presença de um vagão de passageiros em uma área de favela."
O ministro reforçou que o ataque não muda sua postura nas visitas que faz a comunidades carentes. "Isso [o ataque] não quer dizer nada pra mim. Eu vou sozinho às favelas, nunca precisei de seguranças. Dou entrevistas, converso com as pessoas, já cheguei ao alto do morro sozinho. Minha missão é essa."
Fortes, que mora no Rio, afirma que, nas grandes cidades, a violência "sempre aparece" e que, às vezes, é preciso saber "a que horas se anda, como se anda". Ele ressalta que mora no Rio e que nunca foi assaltado, mas defende o policiamento ostensivo na cidade --com apoio da Força Nacional de Segurança e da Guarda Municipal, inclusive.
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Por essa razão, abomino o PT,( e pensar que fui um admirador desse partido ), a antiga freirinha pudorada (ao menos parecia) e que agora mostrou sua verdadeira face, mostrou qual é sua verdadeira "ética", mas admiro os programas sociais e corajosos do Presidente Lula.
Não acredito em religiões, mas admiro o trabalho social do sr. Crivella, porque realmente ele sabe o que faz. E gostaria que os criticos das politicas sociais não ficassem apenas como papagaios repetindo aquilo que não entendem. Vão estudar economia, mas mudem o foco, priorizando o homem e não o capital. E se voce nunca passou fome na vida, voce não esta apto para falar contra politicas sociais. Parabens ao presidente Lula e ao senador Crivella.
Um país só cresce com distribuição de renda e consumo.
O resto é bullshit que o FMI enfia goela abaixo dos serviçais, dos mais fracos, e dos papagaios.
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