Grupo explode parede para roubar empresa; polícia busca suspeitos
da Folha Online
Um grupo de homens invadiu e roubou uma unidade da transportadora de valores Protege na Água Branca (zona oeste de São Paulo) na madrugada desta terça-feira. Os criminosos usaram explosivos para entrar no prédio. A polícia procura os assaltantes.
De acordo com a Polícia Militar, por volta das 3h, o grupo entrou em uma marmoraria que fica ao lado da Protege e dominou o vigia que estava no local. Em seguida, com dinamites, explodiram a parede que divide os dois imóveis no exato ponto que dá acesso à sala de distribuição de dinheiro da transportadora.
O estrondo da explosão alertou os seguranças da Protege, que começaram a trocar tiros com os ladrões. O próprio sistema de alarme da empresa acionou a polícia, que enviou equipes ao local. Quando os policiais militares chegaram, criminosos e vigias trocavam tiros na rua.
Um dos carros usados no roubo --um Marea-- foi abandonado em frente à empresa. Dentro dele foi encontrada uma grande quantidade de dinheiro --o valor não ainda foi confirmado. Um Polo também foi abandonado pelos assaltantes.
Com a fuga do grupo, os PMs passaram a perseguir três carros --outro Polo, uma Montana e um Fit. Quando os veículos chegaram à região do rodoanel, o Polo começou a ficar para trás. Houve novo tiroteio. De acordo com a polícia, os ladrões estavam armados com fuzis.
Dois suspeitos que estavam no veículo foram baleados. Eles chegaram a ser socorridos, mas não resistiram aos ferimentos e morreram.
Os outros dois carros conseguiram fugir e foram encontrados abandonados horas mais tarde. O montante levado da transportadora não foi informado.
Os seguranças da Protege ou os PMs envolvidos na ação não ficaram feridos. Inicialmente, a polícia chegou a informar que o número de assaltantes chegaria a 40 --o número, no entanto, não foi confirmado.
Devido aos trabalhos da polícia, a rua Adriano José Marchini foi interditada. O roubo foi captado pelo circuito interno da empresa, e a Protege providencia a entrega das imagens.
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Por mais que ele tivesse errado o guarda jamais teria que dar um tiro nele ainda mais na frente do seu filho de apenas três anos de idade que por sinal pode ficar com medo de frequentar o clube novamente,sou amiga do Edison Cabugueira a 15 anos e não tenho o que falar dele a não ser que ele é uma pessoa simples e muito querido pelos moradores da rua aonde mora e pelo inúmeros de amigos que ele tem que não são poucos.
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