Com baixa umidade, Educação recomenda diminuir educação física
da Folha Online
Os alunos de rede estadual de ensino de São Paulo devem fazer menos esforço nas aulas de educação física a partir desta quarta-feira. A orientação partiu da própria secretaria para os professores da disciplina da rede pública.
Hoje, em São Paulo, a umidade chegou a 27% no mirante de Santana, na zona norte da cidade, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). No interior, o índice caiu mais ainda: em Ribeirão Preto, foram 22% e em Presidente Prudente, 20%.
A umidade e o calor devem continuar baixos em todo o Estado ao menos até a tarde de sábado (15), quando uma frente fria pode derrubar as temperaturas ao menos na capital e na faixa leste do Estado.
Segundo a secretaria, as aulas devem ocorrer nas salas ou em local com sombra e ventilação, como quadras cobertas.
Pela escala da OMS (Organização Mundial de Saúde), índices de umidade relativa do ar inferiores a 30% são considerados preocupantes; índices entre 20% e 30% indicam estado de atenção; entre 12% a 20%, de alerta; e abaixo de 12%, de alerta máximo.
Problemas
Os principais efeitos da baixa umidade são secura na garganta e nos olhos e problemas respiratórios. No hospital São Paulo, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), o número de atendimentos aumentou cerca de 40% nas últimas duas semanas.
A recomendação dos médicos é para que a população beba muita água, coloque bacias com água em locais fechados (inclusive com ar-condicionado), lave as vias respiratórias e os olhos durante o dia e evite exercícios físicos em locais abertos.
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Especial


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Eu viajei do Grajaú até Pinheiros e o ônibus no qual eu estava assemelhava-se a um forno.
Cabe acrescentar ainda ao blihante comentário do nosso caro colega Engenheiro Ambiental que, além dos fatores que ele citou, contribuem demasiadamente para o famigerado aquecimento global (e para essas situações estranhas no tempo), o avanço indiscriminado de fronteiras agrícolas para commodities, bem como a pecuária (intensiva ou extensiva), que é sem dúvida um dos maiores problemas que a humanidade vem causando: produzir seu alimento às custas do desperdício de solo, água e energia.
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