TAM e Gol alertam sobre mudanças em vôos a partir de Congonhas
da Folha Online
Na próxima segunda-feira, a aviação comercial passa a operar dentro do plano da nova malha aérea brasileira, estabelecida pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) na semana passada. Em comunicado, a TAM e a Gol afirmam que vão seguir as recomendações e alertam seus clientes com vôos pelo Aeroporto de Congonhas (zona sul de São Paulo) sobre as mudanças.
Entre as medidas que entram em vigor em 1º de outubro, está a determinação que proibe o aeroporto de Congonhas ter vôos com raio superior a 1.000 km, a que proíbe conexões ou escalas e a que reduz para 33 o número de movimentos por hora para a aviação regular --no começo do ano, antes da reforma da pista principal, eram 48.
Em nota, a TAM informa que os "passageiros que adquiriram bilhetes antecipadamente para destinos que, a partir de 1º de outubro, não serão mais operados a partir de Congonhas serão reacomodados em vôos via Guarulhos". A empresa afirma ainda que os clientes com conexões em Congonhas serão "atendidos em aeroportos de maior conveniência" aos passageiros.
Segundo a companhia, o call center da TAM está entrando em contato com os clientes que compraram bilhetes diretamente na empresa. "Se a passagem foi adquirida via agência de viagens, o cliente deve procurar seu agente", orienta a TAM. Taxas de remarcação ou de embarque adicional, no caso daqueles que fariam conexão em Congonhas, não serão cobradas, conforme a empresa.
Com as alterações, a companhia vai operar vôos diretos de Congonhas para 19 aeroportos: Santos Dumont e Tom Jobim (Rio de Janeiro), Brasília, Campo Grande, Confins, Curitiba, Caxias do Sul, Florianópolis, Goiânia, Foz do Iguaçu, Joinville, Londrina, Maringá, Navegantes, Porto Alegre, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Uberlândia e Vitória.
Destinos localizados nas regiões Norte e Nordeste e para Cuiabá (MT) passarão a ser atendidos pelo Aeroporto de Guarulhos. Segundo a empresa, a nova malha aérea está sob aprovação da Anac.
A Gol, também por meio de nota, orienta os clientes com passagens compradas a acessar o site da empresa e consultar as informações sobre as alterações de seus vôos.
A companhia informa que reforçou a equipe da central de relacionamento com o cliente para fornecer informações adicionais. O telefone de contato é 0300 115 2121.
No início da tarde deste sábado, o aeroporto de Congonhas operava com auxílio de instrumentos, devido ao mau tempo e à visibilidade reduzida. Dos 110 vôos programados, cinco têm atraso de mais de uma hora e 27 (24,5% do total) foram cancelados.
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Especial


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Agora, por causa do acidente a TAM deve fechar as portas, colocar todos os colaboradores na rua, cair no ostracismo, não mais patrocinar eventos, enfim.
Estamos há menos de uma semana para que o acidente complete 1 ano, creio que haja uma certa, vamos dizer, apimentada na reportagem. É pertinente uma matéria deste tipo às vésperas deste acidente que chocou o Brasil.
Agora, leram a reportagem, sobre a "lajona" em CGH para o pátio VIP? http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u421333.shtml . Olha, de forma alguma provocando os familiares das vítimas do JJ3054, mas com todo o respeito, cadê a mesma energia para atacarem mais esta brilhante atuação do ministro Nelson Jobim?
Aliás, apenas por informação as mesmas pistas que os jatos do GTE (Grupo de Transporte Especial do qual o A319 presidencial faz parte) usam são as mesmas pistas das demais aeronaves e inclusive, se o Sr. Presidente está abordo de uma aeronave, o aeroporto tem suas operações comerciais suspensas temporariamente para que esta aeronave pouse ou decole.
Esta medida sim é uma provocação, não o Parquinho da TAM no Shopping.
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