Em dia de mudanças, Congonhas tem 12 atrasos e 12 cancelamentos
da Folha Online
Doze das 83 partidas programadas para ocorrer entre as 6h e as 10h30 desta segunda-feira no aeroporto de Congonhas (zona sul de São Paulo) sofreram atrasos de mais de uma hora e outras 12 foram canceladas, segundo a Infraero. Este é o primeiro dia de operação da nova malha aérea nacional que prevê diversas restrições para o terminal.
Entre as medidas estão a que proíbe Congonhas ter vôos com raio superior a 1.000 km; a que proíbe conexões ou escalas; e a que reduz para 33 o número de movimentos por hora para a aviação regular ----no começo do ano, antes da reforma da pista principal, eram 48.
Outras restrições em vigor nesta segunda são as impostas pelo TRF (Tribunal Regional Federal). Elas proíbem pousos de aviões com mais de 130 passageiros ou com tanque cheio; obrigam aeronaves com "qualquer defeito mecânico" a desviar para o aeroporto internacional de Cumbica, em Guarulhos (Grande São Paulo); e obrigam as companhias aéreas a dar treinamento específico às tripulações que trabalham em Congonhas.
Parte das restrições impostas recentemente a Congonhas são respostas às falhas expostas pelo acidente com o vôo 3054 da TAM que matou 199 pessoas, em julho passado. Outras são tentativas de desafogar o terminal que operava acima de sua capacidade --recebia 18 milhões de passageiros por ano enquanto sua capacidade é para 12 milhões.
Cumbica
Da 0h às 10h30 desta segunda, o aeroporto de Cumbica, principal destino dos vôos desviados de Congonhas, registrava só oito partidas com atraso superior a uma hora, às 10h30. Outras oito partidas tinham sido canceladas.
Desde o último dia 20 de agosto, a pista principal do aeroporto de Cumbica --que tem 3.700 m de extensão-- está interditada para reforma. Logo, os pousos e descolagens têm ocorrido na pista auxiliar, que tem 3.000 m de extensão. Não há previsão de problemas pois, mesmo em condições normais, nunca há operações simultâneas nas duas pistas, por segurança.
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Especial


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Agora, por causa do acidente a TAM deve fechar as portas, colocar todos os colaboradores na rua, cair no ostracismo, não mais patrocinar eventos, enfim.
Estamos há menos de uma semana para que o acidente complete 1 ano, creio que haja uma certa, vamos dizer, apimentada na reportagem. É pertinente uma matéria deste tipo às vésperas deste acidente que chocou o Brasil.
Agora, leram a reportagem, sobre a "lajona" em CGH para o pátio VIP? http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u421333.shtml . Olha, de forma alguma provocando os familiares das vítimas do JJ3054, mas com todo o respeito, cadê a mesma energia para atacarem mais esta brilhante atuação do ministro Nelson Jobim?
Aliás, apenas por informação as mesmas pistas que os jatos do GTE (Grupo de Transporte Especial do qual o A319 presidencial faz parte) usam são as mesmas pistas das demais aeronaves e inclusive, se o Sr. Presidente está abordo de uma aeronave, o aeroporto tem suas operações comerciais suspensas temporariamente para que esta aeronave pouse ou decole.
Esta medida sim é uma provocação, não o Parquinho da TAM no Shopping.
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