Desencontros marcam implantação de nova malha aérea em SP
GABRIELA MANZINI
da Folha Online
Neste primeiro dia de operações da nova malha aérea nacional, os passageiros sofrem com o desencontro causado pelo esforço das companhias aéreas em se adequar às restrições impostas ao aeroporto de Congonhas (zona sul de São Paulo).
No começo da tarde desta segunda-feira, no saguão de Congonhas, um dos exemplos da falta de informação era um grupo de turistas de Goiânia (GO) que tentava retornar à cidade depois de passar uma semana em Porto Seguro (BA).
Na ida, no último dia 24, o grupo chegou à Bahia após uma escala em Congonhas, em menos de seis horas. Hoje, porém, com o fim das escalas, eles foram obrigados a sair às 5h de Porto Seguro para Belo Horizonte (MG) e, então, para Guarulhos, onde os turistas foram informados de que o vôo para Goiânia sairia de Congonhas. Mesmo com o translado da empresa, quando chegaram ao aeroporto na zona sul de São Paulo, o vôo já havia partido.
Às 13h, eles aguardavam pela saída do próximo vôo da TAM para Goiânia, às 15h50.
Outra vítima da desinformação foi o radialista Aldair dos Santos, 26. Cliente da Gol, ele foi a Guarulhos na tentativa de conseguir um vôo para Uberlândia (MG). Mas foi informado de que o vôo partiria de Congonhas. Mais uma vez, mesmo com o translado, o passageiros chegou atrasado ao terminal. "O avião foi e nós ficamos."
Por fim, o radialista acabou remanejado para outra companhia --a TAM--, que sairá às 15h08.
No mesmo vôo espera embarcar a bióloga Paula Faria, 26, que também pegaria o vôo para Uberlândia. Ela lamentava ter perdido uma entrevista de emprego por causa da confusão. "O pior foi que recebi uma notificação da Gol por e-mail dizendo que meu vôo sairia de Guarulhos. E quando cheguei lá estava tudo errado."
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Especial


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Agora, por causa do acidente a TAM deve fechar as portas, colocar todos os colaboradores na rua, cair no ostracismo, não mais patrocinar eventos, enfim.
Estamos há menos de uma semana para que o acidente complete 1 ano, creio que haja uma certa, vamos dizer, apimentada na reportagem. É pertinente uma matéria deste tipo às vésperas deste acidente que chocou o Brasil.
Agora, leram a reportagem, sobre a "lajona" em CGH para o pátio VIP? http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u421333.shtml . Olha, de forma alguma provocando os familiares das vítimas do JJ3054, mas com todo o respeito, cadê a mesma energia para atacarem mais esta brilhante atuação do ministro Nelson Jobim?
Aliás, apenas por informação as mesmas pistas que os jatos do GTE (Grupo de Transporte Especial do qual o A319 presidencial faz parte) usam são as mesmas pistas das demais aeronaves e inclusive, se o Sr. Presidente está abordo de uma aeronave, o aeroporto tem suas operações comerciais suspensas temporariamente para que esta aeronave pouse ou decole.
Esta medida sim é uma provocação, não o Parquinho da TAM no Shopping.
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