Empresário Oscar Maroni Filho deixa cadeia em São Paulo
da Folha Online
O empresário Oscar Maroni Filho, proprietário da boate Bahamas e de um prédio interditado pela prefeitura na região do aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, deixou a cadeia na noite desta terça-feira. Maroni estava preso desde 14 de agosto.
| 14.08.2007/Sergio Alberti/Folha Imagem |
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| O empresário Oscar Maroni Filho, dono da boate Bahamas, quando foi preso |
Maroni teve a prisão preventiva decretada no último dia 6 de agosto. Maroni filho é acusado de favorecimento e exploração da prostituição, formação de quadrilha e tráfico de pessoas por causa do concurso Miss Garota de Programa, que oferecia prêmio de R$ 20 mil, viagem a Las Vegas (Estados Unidos) e divulgação à vencedora.
Ao deixar a cadeia, o empresário afirmou que vai pedir desculpas ao prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM) pelas declarações que havia feito logo depois da queda do Airbus-A320 da TAM que caiu em São Paulo em 17 de julho. Depois da queda, Kassab disse que a prefeitura demoliria um hotel que Maroni construiu na região do aeroporto.
Na saída da prisão, o empresário exibiu uma camiseta com o lema "Free Oscar" (libertem Oscar, em inglês) e colocou para tocar, em seu carro --um Mercedes--, a música "Pra Não Dizer que Não Falei de Flores", de Geraldo Vandré, símbolo da luta pela liberdade durante a Ditadura Militar (1964-1985). "Somente os filhos são mais valiosos que a liberdade", disse Maroni ao sair da prisão.
Maroni voltou a dizer que a disputa pela prefeitura de São Paulo está entre seus planos. Segundo o empresário, três partidos estariam interessados em sua pré-candidatura.
De acordo com o TJ, a decisão de libertar Maroni foi tomada em votação unânime. A sessão de julgamento do recurso foi presidida pelo desembargador Hélio de Freitas e com a participação dos desembargadores Euvaldo Chaib, que foi o relator, e Willian Roberto de Campos e Salles Abreu.
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Especial




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Podem ter certeza que isso é bem mais importante do que ficar "jogando pedra na Geni" que aqui se representa como Oscar Maroni Filho.
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O aeroporto de congonhas deveria sim ser removido, não apenas reduzir número de vôos, ou encurtar (oh meu Deus) a pista para dar lugar à área de escape. Ainda que seja um teco teco, um bandeirantes ou um jatinho executivo, se acontece de ter uma pane e cair em cima de um edifício residencial que rodeia o aeroporto, o estrago será mesmo grande, afinal, os aviões estão cheios de combustível... uma explosão após choque é certa!
Caro prefeito, deixa o cafetão ganhar o dinheiro dele, e preocupe-se em retirar o aeroporto do meio da cidade...
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