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Cotidiano
18/10/2007 - 18h13

Huck não reconhece suspeitos de roubar seu Rolex em São Paulo

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da Folha Online
da Folha de S.Paulo

O apresentador da TV Globo Luciano Huck não reconheceu nesta quinta-feira os dois suspeitos de roubar seu relógio Rolex em um bairro nobre da zona oeste de São Paulo no mês passado.

Huck mora no Rio e veio a São Paulo apenas para ver as fotos dos suspeitos, o garçom Wagner do Nascimento Marinho, 22, foragido da penitenciária de Valparaíso (577 km de São Paulo), e um grafiteiro.

As fotos foram apresentadas pelo delegado Marcos Manfrin, que teve um encontro com o apresentador no escritório do pai de Huck, em Pinheiros (zona oeste de São Paulo). Segundo sua assessoria, o apresentador já voltou para o Rio.

A prisão ocorreu em Taboão da Serra (Grande São Paulo), graças a um informante da polícia. De acordo com o informante, o Rolex, avaliado em R$ 10 mil, já foi vendido.

Artigo

O assalto ao apresentador veio à tona após artigo publicado pelo apresentador na Folha, no dia 1º de outubro.

No texto, Huck afirmava: 'Passei um dia na cidade nesta semana -moro no Rio por motivos profissionais- e três assaltos passaram por mim. Meu irmão, uma funcionária e eu. Foi-se um relógio que acabara de ganhar da minha esposa em comemoração ao meu aniversário. Todos nos Jardins, com assaltantes armados, de motos e revólveres... Onde está a polícia? Onde está a 'Elite da Tropa'? Quem sabe até a 'Tropa de Elite'! Chamem o comandante Nascimento!'

O texto do apresentador gerou resposta do policial civil Roger Franchini, que disse saber onde estava o Rolex, mas que não tentaria recuperá-lo. 'Os policiais que estão na linha de frente do combate ao crime (...), sabemos onde está o 'rolex roubado' do Luciano Huck (...). Mas não vou trocar tiro com bandidos recebendo um salário base de R$ 568,29 ao mês", disse.

A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo começou a investigar Franchini. 'Se ele sabe onde está o Rolex do Huck, deveria apreender o material ou comunicar seus superiores onde ele está', disse o delegado-corregedor Francisco Campos.

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Comentários dos leitores
Tomei connhecimento muito tarde do caso do 'rolex' de Luciano Huck, e li algumas opniões que ,por serem pessoais são livres mas miseravelmente ignorantes ou tendenciosamente burguesas.Se meu comnetário sair na íntegra,ficarei imensamente felix e terei a ilusão de que a imprenssa é livre e democrática.Como uma pessoa como Bernardo Blanquier pode considerar que por gerar empregos e entretenimento uma pessoa deve ficar livre da violênvcia?Então uma pessoa como eu ,pobre e que 'nao gera empregos' mas trabalha honesta mente para enriquecer essa classe social que esta no poder no governo ( o lula tem origem de pobre mas não é só ele que governa ,não é mesmo?) tenho que sofrer violência?E um policial com um salário de miséria tem que arriscar sua vida por um relógio de burguês e sofre condenação por expressar sua opnião?Vai dizer que os governa dores de SP, o estado mais rico do país e que falam de sua origem 'humilde' estão expostos à essa violência?E que não deixam de investir em segurança pública ,educação e ações sociais pelos pobres para promover estímulos à economia,na forma de subsídios que só beneficiam a classe burguesa ,esses ingênuos geradores de mepregos que ,com uma miníma ação social pelomarketing pessoal e muito dinheiro no bolso acham que devem ser intocáveis ?O policial que deve dar a vida por eles ou o filho do bandido que morre de fome não?.Não critico Luciano Huck,mas pessoas que acham que vivemos num mundo de mocinhos e bandidos ,quendo é muito mais que isso sem opinião
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Pedro P (1) 25/01/2008 09h37
Pedro P (1) 25/01/2008 09h37
O Policial foi irônico e sarcástico na sua carta, como ele mesmo disse, da mesma forma que o Luciano Huck foi em seu artigo. Até onde sei, ninguém pode ser punido por pensar diferente de todos. Não há nada registrado que diga sobre seus atos concretos, o que fez ou deixou de fazer. Somente há a manifestação de sua insatisfação com o desprezo dado pelo governo aos policiais de uma forma metafórica. Sentimento, aliás, só não vê que não quer, é comum entre os servidores da segurança pública.
Se o Luciano Huck pode ser sarcástico em sua carta e não sofreu nenhuma investigação, isso quer dizer que o direito de expressão é diferente para os dois. Um pode, o outro não, e sofrerá sanções por se expressar.
O que me espanta é saber que foi a folha quem começou essa história à partir de uma interpretação parcial e interesseira da manifestação de um cidadão, apenas para vender mais jornal. É essa a imprensa livre que temos? Quem se sente seguro enviando comentários a folha? É essa a democracia em que vivemos, conduzida por interesses de mercado?
Nessa história toda os únicos irresponsáveis por seus atos são a imprensa e o governo do estado de São Paulo.
3 opiniões
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Bernardo Blanquier (1) 05/11/2007 12h12
Bernardo Blanquier (1) 05/11/2007 12h12
RIO DE JANEIRO / RJ
Perfeito o comentario da leitora Regina Azevedo,objetivo e sem falsos moralismos contra uma camada da populaçao que paga seus impostos e cria empregos a decadas no Brasil.Agora com a tomada do poder desses incompetentes vendidos ao socialismo financiados pelo narcotrafico,que se escondem por tras desses discursos de salvadores da patria ,com ternos de Armani e felizes de serem ricos tbm ,se acham no direito de criticar um individuo que trabalha,e muinto para o bem estar e o entretenimento de milhoes de jovens .Luciano nao se deixe abater por essas tropas de criticos ,que nao tem corajem de trabalhar e preferem ficar de papagaio de pirata da turma do governo. 23 opiniões
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