Anac suspende vendas de passagens internacionais da BRA
da Folha Online
A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) decidiu nesta quinta-feira suspender as vendas de passagens internacionais da empresa BRA. A decisão foi provocada pelos problemas que a empresa teve com seus Boeings 767, que fazem rotas para o exterior. Um grupo de 35 passageiros esperou para embarcar para a Europa quase 67 horas devido a um problema em uma dessas aeronaves.
Originalmente, o vôo sairia de Natal (RN) na madrugada de terça-feira (16) e passaria por Recife (PE), Lisboa, Madri e Milão. Mas, antes da primeira decolagem, ainda na terça, o avião apresentou problemas em um compressor do motor e foi levado para manutenção. O conserto, segundo a BRA, terminou no começo da noite de ontem (17).
Os aviões da BRA estão sob inspeção da Anac, sendo que em um deles, no Rio, está sendo executado o "Check C", que é uma inspeção completa na aeronave. O outro avião, que chegou do exterior com problemas nas turbinas, está em Natal (RN) sendo examinada por técnicos da agência.
A Anac também determinou que, além da imediata suspensão das vendas de passagens internacionais, que os usuários da BRA que adquiriram bilhetes para o exterior sejam realocados em vôos de outras companhias.
De acordo com a agência, a BRA voltará a operar vôos para o exterior quando suas aeronaves estiverem em condições de segurança operacional atestada pela Anac, ou se a empresa aérea conseguir outros aviões compatíveis com rotas internacionais.
A jornalista Glau Gasparetto, que por volta das 21h estava no portão de embarque para partir para Portugal, após esperar quase 67 horas para ser realocada, disse que deve acionar judicialmente a BRA pelos transtornos com o adiamento da viagem.
"Além de tempo, perdemos reservas pagas em Madri e a viagem de Madri para Inglaterra. Por mais que tenham nos realocado [na TAP], o transtorno que passamos, não tem como deixar passar em branco", afirmou a jornalista.
Segundo ela, os outros passageiros que também estão na sala de embarque também manifestaram desejo de processar a BRA.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a BRA informou que ainda não recebeu a notificação sobre a suspensão determinada pela Anac.
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Especial


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Agora, por causa do acidente a TAM deve fechar as portas, colocar todos os colaboradores na rua, cair no ostracismo, não mais patrocinar eventos, enfim.
Estamos há menos de uma semana para que o acidente complete 1 ano, creio que haja uma certa, vamos dizer, apimentada na reportagem. É pertinente uma matéria deste tipo às vésperas deste acidente que chocou o Brasil.
Agora, leram a reportagem, sobre a "lajona" em CGH para o pátio VIP? http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u421333.shtml . Olha, de forma alguma provocando os familiares das vítimas do JJ3054, mas com todo o respeito, cadê a mesma energia para atacarem mais esta brilhante atuação do ministro Nelson Jobim?
Aliás, apenas por informação as mesmas pistas que os jatos do GTE (Grupo de Transporte Especial do qual o A319 presidencial faz parte) usam são as mesmas pistas das demais aeronaves e inclusive, se o Sr. Presidente está abordo de uma aeronave, o aeroporto tem suas operações comerciais suspensas temporariamente para que esta aeronave pouse ou decole.
Esta medida sim é uma provocação, não o Parquinho da TAM no Shopping.
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