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Cotidiano
22/10/2007 - 20h37

Com atrasos, juizado especial tem movimento dobrado em Congonhas

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da Folha Online

O juizado especial do aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, teve nesta segunda-feira seu dia mais movimentado dos seus 15 dias de funcionamento.

Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, Congonhas registrou 46 queixas, das quais 12 terminaram com acordos. A média diária é de 20 atendimentos a passageiros por dia.

O volume de atrasos no aeroporto foi alto durante todo o fim de semana. De acordo com o último balanço da Infraero (estatal que administra os aeroportos), dos 195 vôos programados entre as 0h e 18h de hoje, 33,8% registraram atrasos de mais de uma hora. Outros 23 (11,8%) foram cancelados.

A Infraero considera normal a grande circulação no terminal hoje, já que ainda há movimentação devido ao GP Brasil de F-1, que provocou aumento no fluxo de passageiros. Os atrasos, no entanto, são também reflexo do problema na freqüência de comunicação que suspendeu as decolagens em Congonhas das 20h41 e 21h05 de ontem (21).

Os Juizados começaram a funcionar no último dia 8 de outubro para atender casos como falta de informação aos passageiros, overbooking, atrasos e cancelamentos de vôos, extravio e violação de bagagens.

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Comentários dos leitores
Valdir Antonelli (5) 11/07/2008 21h21
Valdir Antonelli (5) 11/07/2008 21h21
SAO PAULO / SP
Pelo jeito a empresa nunca mais vai poder montar stands, parquinhos ou fazer divulgação né? Me sensibilizo com as famílias que perderam alguém no voo, mas uma coisa não tem nada a ver com a outra. Juro que quando li a manchete pensei que a TAM tivesse montado algo no local do acidente, mas depois que vi que era em um shopping achei absurdo os comentários e o tom da reportagem. 4 opiniões
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Marina Boschini (1) 11/07/2008 20h06
Marina Boschini (1) 11/07/2008 20h06
CAMPINAS / SP
Eu compreendo o sentimento dos familiares, mas devo discordar. Faz 3 anos que minha mãe faleceu, todos os dias sinto sua falta, mas em épocas como o dia das mães é ainda pior; deveria eu ficar indignada com todas as propagandas veiculadas perto da data? Não seria uma insensibilidade das empresas com todas as pessoas que perderam suas mães? Sinto muito, mas uma coisa não leva a outra. Por acaso, as famílias só se lembram de seus parentes em Julho? Faz parecer que se um parente das vítimas passasse perto desse parquinho em Outubro ele não se incomodaria. Lutem sim pelos seus direitos, mas com argumentos válidos. 9 opiniões
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Claudio Koseki (1) 11/07/2008 18h28
Claudio Koseki (1) 11/07/2008 18h28
OSASCO / SP
Me desculpe, não li todos os comentários, mas, realmente, o que uma coisa tem a ver com a outra?
Agora, por causa do acidente a TAM deve fechar as portas, colocar todos os colaboradores na rua, cair no ostracismo, não mais patrocinar eventos, enfim.
Estamos há menos de uma semana para que o acidente complete 1 ano, creio que haja uma certa, vamos dizer, apimentada na reportagem. É pertinente uma matéria deste tipo às vésperas deste acidente que chocou o Brasil.
Agora, leram a reportagem, sobre a "lajona" em CGH para o pátio VIP? http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u421333.shtml . Olha, de forma alguma provocando os familiares das vítimas do JJ3054, mas com todo o respeito, cadê a mesma energia para atacarem mais esta brilhante atuação do ministro Nelson Jobim?
Aliás, apenas por informação as mesmas pistas que os jatos do GTE (Grupo de Transporte Especial do qual o A319 presidencial faz parte) usam são as mesmas pistas das demais aeronaves e inclusive, se o Sr. Presidente está abordo de uma aeronave, o aeroporto tem suas operações comerciais suspensas temporariamente para que esta aeronave pouse ou decole.
Esta medida sim é uma provocação, não o Parquinho da TAM no Shopping.
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