Polícia prende mais três punks suspeitos de espancar adolescente em SP
da Folha Online
Policiais da Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância) prenderam na manhã desta sexta-feira mais três punks suspeitos de participarem do ataque a um adolescente de 17 anos no último sábado (20) à noite, no centro de São Paulo. Ao menos 20 pessoas participaram das agressões, segundo a polícia.
De acordo com a SSP (Secretaria da Segurança Pública), os três detidos hoje são maiores. Eles tiveram decretada prisão temporária por sete dias.
Investigações da Decradi apontaram que o adolescente foi agredido durante uma briga entre gangues rivais. Os agressores e a própria vítima já eram investigados pela delegacia.
O estudante só foi atacado por causa de uma rixa anterior e pelo fato de pertencer a um grupo de skinheads rivais aos punks.
A polícia tem registro de dois confrontos envolvendo skinheads e punks neste ano em São Paulo, com um morto e dois feridos. Punks também já protagonizaram outras brigas, devido a discussões com pessoas comuns, com um saldo de cinco mortos.
O adolescente agredido no sábado passado sofreu vários traumas e fraturas no rosto e na cabeça, segundo o Hospital Nossa Senhora de Lourdes, no Jabaquara, zona sul, onde ele está internado. Ele não corre risco de morte.
Sete punks foram indiciados por tentativa de homicídio e roubo --levaram seus tênis. Com Jonhi Ranoni, 21, Karoline Castro, 18, Hudson Guimarães Rodrigues, 19, Antônio Thiago Borges, 24, Bruno Finotti, 26, Thiago Pedro Souza Severino, 18 e Bruno Ribeiro Brito, 19, foram apreendidos panfletos convocando punks para um encontro em 11 de novembro no Teatro Municipal.
Dois menores de idade que estavam no grupo foram encaminhados à Fundação Casa.
A agressão ao adolescente ocorreu a menos de 100 metros da sede da Rota (Ronda Ostensivas Tobias de Aguiar), da Polícia Militar. O adolescente caminhava com os amigos, os estudantes Eduardo Forastieri Nieri e Maurício Simões, ambos com 18 anos, quando foram surpreendidos pelos punks, que voltavam de um show no bairro Bom Retiro. Os dois colegas fugiram. O menor de idade não conseguiu correr e foi cercado.
Com Folha de S.Paulo
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Por mais que ele tivesse errado o guarda jamais teria que dar um tiro nele ainda mais na frente do seu filho de apenas três anos de idade que por sinal pode ficar com medo de frequentar o clube novamente,sou amiga do Edison Cabugueira a 15 anos e não tenho o que falar dele a não ser que ele é uma pessoa simples e muito querido pelos moradores da rua aonde mora e pelo inúmeros de amigos que ele tem que não são poucos.
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