Publicidade

Cotidiano
30/10/2007 - 17h07

Policiais do Bope eram incorruptíveis na época do filme, diz diretor de "Tropa"

Publicidade

da Folha Online

O cineasta José Padilha, 40, diretor do filme "Tropa de Elite", afirmou nesta terça-feira em sabatina promovida pela Folha que a obra retrata os policiais do Bope (Batalhão de Operações Especiais) da Polícia Militar do Rio como incorruptíveis porque em 1997, ano em que se passa a história, os integrantes do batalhão realmente não enfrentavam queixas de corrupção.

Para Padilha, desde 1997, o Bope não apenas recebeu denúncias de corrupção como também deixou de ser um batalhão de elite. De acordo com o diretor, na ocasião, o Bope tinha 120 integrantes e, atualmente, tem 450.

"Se nem Los Angeles conseguiu ter 500 policiais num batalhão de elite [o Swat], não é o Rio que vai conseguir."

"No livro 'Elite da Tropa' [que inspirou o filme], os policiais do Bope matam um policial que se corrompe", ressalta o cineasta. Padilha reafirmou na sabatina que não defende o Bope por acreditar que "tortura é pior que corrupção".

Acompanhe as notícias da Folha Online em seu celular: digite wap.folha.com.br.

 

FolhaShop

Digite produto
ou marca