Acusada de jogar recém-nascida em córrego presta depoimento em Minas
da Folha Online
A diarista Elisabete Cordeiro dos Santos, 25, acusada de jogar a filha recém-nascida em um córrego último dia 30 de setembro foi interrogada nesta quarta-feira à tarde no Fórum de Contagem (MG). De acordo com a Justiça, a ré assumiu que jogou a criança no córrego próximo à sua casa logo após seu nascimento. A acusada negou que tenha agido com intenção de matá-la. Ela foi denunciada à Justiça por homicídio.
A acusada confirmou que escondeu a gravidez e que tinha tomado chás para tentar provocar um aborto, no início da gestação, por orientação de colegas. A diarista disse que também havia tomados remédios em mais uma tentativa de se livrar da criança, na véspera do nascimento. Chorando durante todo o interrogatório, a diarista disse que o bebê, ao nascer não chorou e parecia estar morta. Por isso, resolveu jogá-la no córrego.
Ela afirmou que teve medo da reação da família e do ex-namorado ao saberem da gravidez e por isso, fez tudo sozinha, sem contar para ninguém.
Terminada a audiência, a diarista foi novamente levada para a penitenciária Estevão Pinto, onde permanecerá presa em cela individual.
De acordo com a Justiça, o processo, que está na fase de instrução, vai para o defensor público que deve elaborar a defesa no prazo de seis dias. Em seguida, a juíza marcará a audiência de instrução, na qual serão ouvidas as testemunhas de acusação e de defesa.
Após essa fase, acusação e defesa apresentam as alegações finais e, na seqüência, a Justiça decide se a diarista vai ou não a júri popular.
Crime
Santos jogou a menina em um córrego, afluente do rio Arrudas, logo após o nascimento. De acordo com a investigação, a diarista estava no oitavo mês de gestação. Ela forçou o parto e, quando a criança nasceu, ela a colocou em um saco antes de jogá-la pela janela.
O bebê foi encontrado boiando na manhã seguinte, por um rapaz que passava pelo local. A menina foi internada, sofreu convulsões e entrou em coma. Os médicos, que chamavam a criança de Michele, constataram que ela teve uma lesão cerebral grave, devido ao tempo em que ficou dentro do rio, sem respirar. Ela morreu na noite do último dia 4.
Acompanhe as notícias em seu celular: digite wap.folha.com.br
Leia mais
- Livro ensina pais a prevenir acidentes e evitar bullying, excesso de álcool ou droga
- Coleção aborda desenvolvimento do bebê até os três anos
- Guia traz dicas de cuidados para crianças com até cinco anos de idade
- Livro orienta estudantes sobre como se tornar um advogado
Especial


tTeria direito o agressor toda sua amargura e loucura imbutida na sua cabeça, manifestando um comportamento desviado, que provavelmente vem se desenvolvendo desde a infância, não sei?? Não cabe a mim julgar??? Muito Menos defender???
Porém, somos capazes questionar e modificar o nosso hoje, para preservamos o nosso amanhã, de que forma, observando a nossa volta, e dando um basta pra impunidade, lutar para as crianças sejam melhores assistidas, sejam elas de que classe for, a afinal a violência esta todas classes sociais, Temos que nos tornar responsáveis de diagnosticar esse comportamento, sejamos mais eficazes em nossas percepções, ao tratar com qualquer ser humano que apresente o menor sinal de desvio de comportamento, e que o Nosso Deus nos auxilie sempre, a ajuda-lo a ponto de impedi-lo....
avalie fechar
avalie fechar
IMPUNIDADE!!!!!!!!!!!!!!!!!
abandona um bebê de 45 dias..
e vai pagar multa ou trabalho comunitárioaFAÇA FAVOR NÉ??????????!!!!!!!!!!!
BRASIL = VERGONHA MUNDIAL!!!!!!!!!!!!!!
avalie fechar