Loja da BRA no Salgado Filho reúne cerca de 40 clientes, diz advogada
GABRIELA MANZINI
da Folha Online
Cerca de 40 pessoas se reuniam no começo da noite desta terça-feira na loja da BRA no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre (RS), para obter informações sobre as reservas desmarcadas, conta a advogada Angela Brambilla, 30. Ela tem uma passagem de ida para São Paulo marcada para sábado (10) e uma de volta marcada para o próximo dia 25.
Hoje, a BRA anunciou que pediu à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) a suspensão de todos os seus vôos, a partir de amanhã (7).
Segundo ela, a única coisa que as atendentes fazem é fornecer o telefone de contato aberto pela empresa. "Só que esse telefone é impossível de ligar. Eu estou tentando ligar há mais de duas horas e na metade da ligação, dá sinal de ocupado. E é o único número de telefone." Ela conta que as atendentes não garantem nem que abrirão a loja amanhã.
Brambilla conta que pagou quase R$ 500 pela passagem, em dinheiro. "Tudo que eu queria era estar aí para conhecer [São Paulo], para ver a minha irmã. Eu me programei, eu quero ir. Claro que eu falo isso com pesar. Ninguém queria que a companhia falisse. Mas eu paguei a minha passagem, cumpri minha parte do contrato."
Mesmo faltando apenas três dias para sua viagem, a advogada diz que pretende retornar à loja da BRA para conseguir ser realocada em um vôo de outra companhia. "Se eu comprar agora uma passagem pra sábado, o valor que eu vou pagar vai ser muito superior a esse, que eu comprei com antecedência justamente para pegar um preço baixo."
Diante da ineficiência da BRA, Brambilla procurou o posto da Anac no Salgado Filho para registrar o "desatendimento" recebido. Ela relata que pretende usar o registro como prova, caso precise recorrer à Justiça.
No aeroporto internacional de São Paulo, em Cumbica, em Guarulhos (Grande São Paulo), os clientes da BRA também se queixam dos problemas gerados pela empresa.
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Especial


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Agora, por causa do acidente a TAM deve fechar as portas, colocar todos os colaboradores na rua, cair no ostracismo, não mais patrocinar eventos, enfim.
Estamos há menos de uma semana para que o acidente complete 1 ano, creio que haja uma certa, vamos dizer, apimentada na reportagem. É pertinente uma matéria deste tipo às vésperas deste acidente que chocou o Brasil.
Agora, leram a reportagem, sobre a "lajona" em CGH para o pátio VIP? http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u421333.shtml . Olha, de forma alguma provocando os familiares das vítimas do JJ3054, mas com todo o respeito, cadê a mesma energia para atacarem mais esta brilhante atuação do ministro Nelson Jobim?
Aliás, apenas por informação as mesmas pistas que os jatos do GTE (Grupo de Transporte Especial do qual o A319 presidencial faz parte) usam são as mesmas pistas das demais aeronaves e inclusive, se o Sr. Presidente está abordo de uma aeronave, o aeroporto tem suas operações comerciais suspensas temporariamente para que esta aeronave pouse ou decole.
Esta medida sim é uma provocação, não o Parquinho da TAM no Shopping.
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