Polícia conclui que padre Júlio Lancelotti sofreu extorsão
da Folha Online
A Polícia Civil de São Paulo concluiu que o padre Júlio Lancelotti foi vítima de extorsão e indiciou as quatro pessoas presas sob acusação de envolvimento no crime. Em agosto, o padre procurou a polícia para denunciar o caso e disse que era ameaçado de agressão e com falsas denúncias de pedofilia, caso não entregasse o valor exigido.
Os acusados são o ex-interno da antiga Febem (atual Fundação Casa) Anderson Batista, 25; sua mulher, Conceição Eletério, 44; e os irmãos Evandro e Everson Guimarães. Todos estão presos e foram indiciados.
Inicialmente, o padre disse que entregou R$ 80 mil ao acusado em três anos. Depois, a defesa do religioso admitiu que o valor pode chegar a R$ 150 mil. Para o advogado do ex-interno, Nelson Bernardo da Costa, 49, a quantia é bem maior --entre R$ 600 mil e R$ 700 mil, em oito anos.
Para a polícia, há provas contra grupo. Além do relato e de gravações feitas pelo religioso, uma Pajero que teria sido comprada com dinheiro do padre foi apreendida. O inquérito ainda será analisado pela Justiça.
Outro inquérito, que apura uma denúncia corrupção de menor contra o padre, ainda não foi concluído. O religioso nega a acusação.
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Especial


Quro saber onde vão enfiar a cara, quem foi chorar e rezar misas em apoio a ele, ou os grandes artigos que foram escritos, em jornais e revistas,dizendo que era um santo, né Sr. Gilberto Dimenstain. Ai eu digo: ME DIZ COM QUEM ANDAS, QUE DIREI QUEM TU ÉS.
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