Suspeitos de roubar transportadoras de valores são presos em SP
da Folha Online
Oito pessoas foram presas ontem (8) suspeitas de integrar uma das principais quadrilhas de São Paulo. Há suspeitas de que o grupo seja o mesmo que assaltou a sede da Protege na Água Branca (zona oeste de São Paulo) no último dia 11 de setembro; e o carro-forte da Transbank no estacionamento do Carrefour Morumbi, em 24 de agosto.
Conforme o Deic (Departamento de Investigações sobre Crime Organizado), sete dos oito suspeitos foram presos quando se preparavam para invadir um condomínio residencial na rua Padre Pereira de Andrade, na Lapa, (zona oeste). Com eles havia dois fuzis, uma metralhadora e duas pistolas. Os suspeitos, ainda de acordo com o Deic, invadiriam o condomínio a bordo de uma minivan com adesivos de uma loja, sob o pretexto de entregar panetones e vinhos. Outros dois carros apoiavam a ação.
Dentro do veículo foram presos três dos suspeitos. Com eles havia ferramentas que, para a polícia, seriam usadas para arrombar cofres. Em outra rua da região, em um Polo, estavam os outros quatro suspeitos fortemente armados.
Com eles havia um fuzil Colt M-16 calibre 223, um fuzil Ruger calibre 223, uma metralhadora HK MP5 calibre 9 mm, uma pistola Tanfoglio 9 mm e uma pistola Taurus calibre 45, além de dois coletes à prova de balas, camisetas similares às da Polícia Federal, seis radiocomunicadores e oito celulares.
O oitavo suspeito foi preso em um bar na zona sul da cidade. No bar foram apreendidos 19 comprimidos de ecstasy, uma porção de cocaína, um revólver calibre 38 e uma espingarda de fabricação caseira. O bar teria sediado reuniões da suposta quadrilha.
Parte dos suspeitos supostamente envolvidos no plano de assaltar o condomínio fugiram em um Palio. Eles são investigados.
Outros casos
O assalto à Protege ocorreu na madrugada. Os criminosos renderam o segurança do imóvel vizinho à unidade da transportadora de valores e, durante cerca de quatro horas, montaram os explosivos que, detonados, deram acesso à tesouraria da Protege. O impacto da explosão derrubou parte do teto da marmoraria e abriu um buraco na parede.
Funcionários da Protege permaneceram rendidos enquanto os ladrões carregavam os cerca de dez carros que os esperavam com malotes. O montante levado não foi informado. Quando a Polícia Militar chegou, houve tiroteio. Quatro carros acabaram abandonados. Dentro de um deles havia R$ 3,9 milhões; em outro, R$ 919.237; e no terceiro, R$ 326.560.
No caso do roubo no estacionamento do Carrefour Morumbi, na zona sul de São Paulo, o alvo era um carro-forte da transportadora de valores Transbank que levava dinheiro para abastecer os caixas eletrônicos de uma agência do Bradesco. O roubo foi feito por três homens bem vestidos que invadiram o supermercado ostentando fuzis e pistolas.
Houve troca de tiros entre os vigilantes e os criminosos. O vigia José Ramos da Silva, 35, foi morto com um disparo de fuzil no tórax. Ele usava um colete à prova de balas e portava um revólver calibre 38. Outro vigia, Samuel Rodrigues Neto, 34, foi baleado no ombro.
Nos dois casos, ninguém foi preso.
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Por mais que ele tivesse errado o guarda jamais teria que dar um tiro nele ainda mais na frente do seu filho de apenas três anos de idade que por sinal pode ficar com medo de frequentar o clube novamente,sou amiga do Edison Cabugueira a 15 anos e não tenho o que falar dele a não ser que ele é uma pessoa simples e muito querido pelos moradores da rua aonde mora e pelo inúmeros de amigos que ele tem que não são poucos.
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