07/08/2001
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21h40
da Folha de S.Paulo
KEILA RIBEIRO
da Folha Vale
Não foi o motor que derrubou o helicóptero do empresário João Paulo Diniz, do grupo Pão de Açúcar, matando duas pessoas, segundo o DAC (Departamento de Aviação Civil), órgão ligado ao Ministério da Aeronáutica.
Em nota divulgada hoje, o órgão afirma não ter encontrado ''nenhuma anormalidade'' nas duas turbinas que impulsionavam o aparelho _um modelo da Agusta, fabricante italiana.
O painel e outras peças da aeronave foram enviadas para o CTA (Centro Técnico Aeroespacial), em São José dos Campos. Essa análise deve mostrar marcações dos instrumentos na hora do acidente, como altitude e velocidade.
A perícia investiga falha humana ou o mau tempo sobre a região de Maresias como causas do acidente do último dia 27. Podem ser as duas coisas juntas _o piloto voaria baixo e foi atingido por uma rajada de ventos, por exemplo_, mas os técnicos preferem não afirmar nada por enquanto.
A modelo Fernanda Vogel, 20, namorada de Diniz, e o piloto Ronaldo Jorge Ribeiro, 47, morreram no mar após a queda.
Os depoimentos do empresário e do co-piloto Luiz Roberto de Araújo Cintra, 35, os sobreviventes, serão usados pelo DAC durante as investigações do caso.
A Aeronáutica informou que o helicóptero usado por Diniz não tinha coletes salva-vidas, contrariando uma afirmação do empresário à Defesa Civil, no dia do acidente. Após a queda, ele disse ter pensado em voltar ao helicóptero para pegar os coletes salva-vidas, mas teve receio de ficar preso.
Hoje, por meio de sua assessoria, Diniz informou que falava dos bancos flutuantes.
A versão anterior havia sido divulgada pelo chefe da Defesa Civil de São Sebastião, Luiz Figueiredo, o único com quem o empresário conversava com frequência durante a operação de resgate.
Leia especial sobre acidentes aéreos
Aeronáutica descarta falha em motor de helicóptero de Diniz
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ALESSANDRO SILVAda Folha de S.Paulo
KEILA RIBEIRO
da Folha Vale
Não foi o motor que derrubou o helicóptero do empresário João Paulo Diniz, do grupo Pão de Açúcar, matando duas pessoas, segundo o DAC (Departamento de Aviação Civil), órgão ligado ao Ministério da Aeronáutica.
Em nota divulgada hoje, o órgão afirma não ter encontrado ''nenhuma anormalidade'' nas duas turbinas que impulsionavam o aparelho _um modelo da Agusta, fabricante italiana.
O painel e outras peças da aeronave foram enviadas para o CTA (Centro Técnico Aeroespacial), em São José dos Campos. Essa análise deve mostrar marcações dos instrumentos na hora do acidente, como altitude e velocidade.
A perícia investiga falha humana ou o mau tempo sobre a região de Maresias como causas do acidente do último dia 27. Podem ser as duas coisas juntas _o piloto voaria baixo e foi atingido por uma rajada de ventos, por exemplo_, mas os técnicos preferem não afirmar nada por enquanto.
A modelo Fernanda Vogel, 20, namorada de Diniz, e o piloto Ronaldo Jorge Ribeiro, 47, morreram no mar após a queda.
Os depoimentos do empresário e do co-piloto Luiz Roberto de Araújo Cintra, 35, os sobreviventes, serão usados pelo DAC durante as investigações do caso.
A Aeronáutica informou que o helicóptero usado por Diniz não tinha coletes salva-vidas, contrariando uma afirmação do empresário à Defesa Civil, no dia do acidente. Após a queda, ele disse ter pensado em voltar ao helicóptero para pegar os coletes salva-vidas, mas teve receio de ficar preso.
Hoje, por meio de sua assessoria, Diniz informou que falava dos bancos flutuantes.
A versão anterior havia sido divulgada pelo chefe da Defesa Civil de São Sebastião, Luiz Figueiredo, o único com quem o empresário conversava com frequência durante a operação de resgate.
Leia especial sobre acidentes aéreos


