10/08/2001
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13h43
da Folha Online
O helicóptero do Grupo Pão de Açúcar que caiu no mar de Maresias dia 27 não possuía coletes salva-vidas, segundo afirmou hoje o co-piloto Luiz Roberto de Araújo Cintra.
"Não havia colete porque não há obrigação legal e o trecho sobre o mar é muito curto", disse.
Segundo Cintra, após a queda do helicóptero, foi cogitada a possibilidade de retirar os acentos da aeronave, que teriam a função de bóia. No entanto, o helicóptero virou de ponta cabeça, impossibilitando qualquer atitude.
"Virou um aquário", afirmou o co-piloto, se referindo ao helicóptero após a queda.
Conforme Cintra, a aeronave estava a aproximadamente cem metros de altura e a cerca de 3,6 km do heliporto.
"Tenho certeza de que o João Paulo fez tudo o que podia para salvar a Fernanda e a própria vida", afirmou o co-piloto.
Leia especial sobre acidente com o helicóptero de João Paulo Diniz
Colete salva-vidas não é obrigatório, diz co-piloto
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LÍVIA MARRAda Folha Online
O helicóptero do Grupo Pão de Açúcar que caiu no mar de Maresias dia 27 não possuía coletes salva-vidas, segundo afirmou hoje o co-piloto Luiz Roberto de Araújo Cintra.
"Não havia colete porque não há obrigação legal e o trecho sobre o mar é muito curto", disse.
Segundo Cintra, após a queda do helicóptero, foi cogitada a possibilidade de retirar os acentos da aeronave, que teriam a função de bóia. No entanto, o helicóptero virou de ponta cabeça, impossibilitando qualquer atitude.
"Virou um aquário", afirmou o co-piloto, se referindo ao helicóptero após a queda.
Conforme Cintra, a aeronave estava a aproximadamente cem metros de altura e a cerca de 3,6 km do heliporto.
"Tenho certeza de que o João Paulo fez tudo o que podia para salvar a Fernanda e a própria vida", afirmou o co-piloto.
Leia especial sobre acidente com o helicóptero de João Paulo Diniz


