Saiba mais sobre o traficante Fernandinho Beira-Mar
da Folha Online
Investigações revelam que o traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, apesar de preso, manteve o controle do tráfico de drogas, segundo a Polícia Federal. Nesta quinta-feira, policiais realizam uma operação para desarticular o grupo que seria liderado pelo traficante.
Beira-Mar tem condenações por tráfico de drogas e formação de quadrilha. É também acusado de lavagem de dinheiro, contrabando e associação para o tráfico internacional de drogas.
Desde que foi preso em abril de 2001 na Colômbia, ele passou por diferentes unidades prisionais. Inicialmente, foi levado para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde ficou até abril de 2002.
| 23.mar.06/Folha Imagem |
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| O traficante Fernandinho Beira-Mar; Polícia Federal diz que ele manteve o comando do tráfico, apesar de preso |
No mesmo ano, o traficante foi levado para Bangu 1, no Rio, onde teria comandado a rebelião que deixou quatro rivais mortos. Em fevereiro de 2003, foi transferido para a penitenciária de Presidente Bernardes, em São Paulo, onde ficou por um mês até ser levado, pela primeira vez, para a Superintendência da PF em Maceió (AL).
Beira-Mar retornou para Presidente Bernardes em maio de 2003. O presídio é considerado um dos mais seguros do país.
Em julho de 2005, Beira-Mar foi levado para a Superintendência Regional da Polícia Federal em Brasília, onde ficou até outubro, quando foi transferido para Florianópolis (SC). O governo do Estado recorreu ao STF (Supremo Tribunal Federal) para pedir a transferência do traficante.
Em novembro do mesmo ano, após a Polícia Federal descobrir um plano de resgate, o traficante foi levado novamente para Maceió. Um mês depois, o governo do Estado iniciou uma batalha judicial para a saída de Beira-Mar. Policiais federais apontavam falta de segurança na carceragem para abrigar um preso como ele.
Beira-Mar saiu de Maceió e foi levado para a Superintendência Regional da PF (Polícia Federal) em Brasília em março de 2006. Quatro meses depois, foi o primeiro preso a ocupar a penitenciária federal de Catanduvas.
Desde julho último, ele permanece em uma cela no presídio federal de Campo Grande (MS).
A defesa do traficante, no entanto, quer que Beira-Mar seja retirado do RDD (Regime Disciplinar Diferenciado), que impõe regras rígidas aos presos, e retorne ao sistema prisional do Rio, onde a família dele mora.
Os advogados argumentam que o prazo máximo de permanência no RDD --que é de um ano-- está esgotado e que o traficante corre risco de morte em Campo Grande, porque tem inimigos na região.
Na semana passada, os ministros da 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) interromperam o julgamento do habeas corpus movido em favor do traficante. Eles entenderam que, antes, precisam da decisão da 3ª Seção sobre um conflito de competência.
Para os ministros, é impossível determinar a permanência de Beira-Mar no presídio federal ou a transferência dele sem que o próprio STJ decida a quem cabe determinar se ele fica no RDD ou não --se a Justiça do Rio, de São Paulo ou do Distrito Federal.
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Eu acho que falta um pedaço importante da quadrilha a ser presa ou no minimo a informação de que o pessoal das penitenciarias foi investigado.
Ou então estamos assistindo poucos filmes sobre gangster moderno (gangster moderno e não o filme)
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Matem e digam que acharam enforcado com o cadarço do sapato. Aproveitem e matem o resto da família dele. E não me venham falar em direitos humanos. Falta de direitos humanos são os hospitais do SUS, onde os pobres não são atendidos, e quando com muito custo são, tem que pagar por fora para os médicos.
O beira mar viaja de jatinho pro rio de janeiro pra prestar depoimento. Cada viagem custa 40 mil reais. Enquanto isso os pobres estão morrendo nos hospitais do SUS.
Temos que ser práticos. Os ibéricos tem o defeito de não serem práticos. Por isso os países colonizados por eles são de 3o. mundo, e eles são os mais atrasados da Europa. Em vez de gastar com Beira-mar, gaste com a saúde, a educação e a infra-estrutura desse país. Paredão já! Vamos investir o orçamento em coisas que dêem algum retorno!
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