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Cotidiano
02/12/2007 - 08h54

A cada assassinato em Moema, 130 são mortos no Grajaú

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da Folha Online

Reportagem da edição dominical da Folha (íntegra do texto exclusiva para assinantes do jornal ou do UOL) aponta que enquanto um morador é assassinado, em média, em Moema, uma das áreas mais nobres da cidade, 130 pessoas são mortas no Grajaú, um dos distritos mais pobres de São Paulo.

As duas regiões são separadas por 20 km de distância, pouco mais de 40 minutos de carro, na mesma zona sul da cidade e revelam os extremos da violência em São Paulo.

Na distribuição das mortes violentas ocorridas em toda a capital, o contraste ainda é mais visível. De cada 15 vítimas de assassinato em São Paulo, uma é moradora do Grajaú. Em Moema, essa proporção é de uma vítima a cada grupo de 2.115 assassinados na cidade.

Os números são do Pro-Aim (Programa de Aprimoramento das Informações de Mortalidade do Município de São Paulo), da Secretaria Municipal de Saúde. Eles confirmam tendência de queda ou estabilidade nos números de mortes violentas em todos os 96 distritos da capital, mas revelam que os contrastes entre periferia e áreas nobres não se alteraram.

De janeiro de 2003, ano em que o número de mortes passou a apresentar quedas mais expressivas, até maio deste ano, São Paulo registrou 14.810 mortes violentas, segundo levantamento do Pro-Aim.

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Comentários dos leitores
André Vaz (1) 05/04/2008 13h53
André Vaz (1) 05/04/2008 13h53
SAO PAULO / SP
Enquanto o ser humano, não for capaz de controlar seus instintos mais primitivos, sua ignorância e intolerância. Vai ser cada dia mais comum vermos noticias de barbaridades e violência ums contras ou outros. Temos que parar e analisar á que ponto chegamos ou chegaremos sendo inexoráveis ou insurgentes. As vezes um simples abraço ou um sorriso pode mudar uma situação, que nos levaria a chorar, estampados em uma pagina policial. 15 opiniões
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Andreia Santos (1) 31/03/2008 01h12
Andreia Santos (1) 31/03/2008 01h12
SAO PAULO / SP
Meu nome é andreia sou amiga de Edison Cabugueira que por motivos de tolerância zero do GCM foi baleado na perna por ter reclamado do clube que só tinha segurança em eventos
Por mais que ele tivesse errado o guarda jamais teria que dar um tiro nele ainda mais na frente do seu filho de apenas três anos de idade que por sinal pode ficar com medo de frequentar o clube novamente,sou amiga do Edison Cabugueira a 15 anos e não tenho o que falar dele a não ser que ele é uma pessoa simples e muito querido pelos moradores da rua aonde mora e pelo inúmeros de amigos que ele tem que não são poucos.
33 opiniões
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Bruno de Oliva (8) 30/03/2008 22h43
Bruno de Oliva (8) 30/03/2008 22h43
Descoberto o culpado, joguem-no de cabeça, e amarrado, pela mesma janela que jogou a criança. O código de hamurabi está em falta hoje em dia... 10 opiniões
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