Amigos agridem marido e mulher grávida no trânsito em São Paulo
da Folha Online
Policiais do 34º DP (Vila Sônia) investigam a série de agressões sofridas por uma família depois de um acidente de trânsito no Butantã, zona oeste de São Paulo. O caso aconteceu na tarde do último dia 1º, e o inquérito policial foi instaurado na última quinta-feira (6). Até esta segunda-feira, no entanto, nenhum dos envolvidos havia prestado depoimento.
As imagens foram exibidas pelo "Fantástico" no último domingo. Dois homens, Martinho Vinicius Pinto Silva e Daniel Machado dos Santos Filho, socaram o rosto de Renato Donizete da Silva, chutaram seu carro e riscaram a lataria com uma chave. Sua mulher, Geilma Alves de Almeida, grávida de sete meses, também foi atingida pela porta, que foi chutada por um dos acusados. No carro do casal ainda estava sua filha, de 11 anos.
Segundo B.O., Donizete estaria parado em um semáforo da rua Sapetuba quando, no momento de arrancar, o carro morreu. Conforme o boletim, três amigos que estavam no carro de trás --um Gol-- iniciaram "um buzinaço". Nervoso, Donizete teria engatado ré em vez de engatar a primeira marcha e, ao acelerar, bateu contra o carro de trás. Em seguida, arrancou e andou cerca de 200 metros até ser fechado pelo trio. O boletim narra que "as partes se exaltaram e discutiram, sendo que houveram [sic] alguns empurrões".
Não é o que o vídeo mostra. Em nenhum momento Donizete empurra ou nem sequer tenta agredir seus perseguidores.
No inquérito, Pinto Silva é apontado como averiguado e Donizete, como vítima.
O caso foi registrado como acidente de trânsito e lesão corporal culposa (sem intenção) na direção do veículo automotor.
O delegado responsável pela investigação não quis falar com a reportagem da Folha Online por telefone, mas passou as informações solicitadas à assessoria de imprensa da Secretaria do Estado da Segurança Pública.
Ele não soube informar se os suspeitos têm advogado, pois nenhum dos dois prestou depoimento ainda.
Ao "Fantástico", Pinto Silva negou as agressões, embora a imagem mostre claramente ele dando um soco no rosto de Donizete. Já Santos Filho admitiu o erro e se mostrou "chateado" pelo envolvimento no caso. A Folha Online não conseguiu localizar os dois.
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Por mais que ele tivesse errado o guarda jamais teria que dar um tiro nele ainda mais na frente do seu filho de apenas três anos de idade que por sinal pode ficar com medo de frequentar o clube novamente,sou amiga do Edison Cabugueira a 15 anos e não tenho o que falar dele a não ser que ele é uma pessoa simples e muito querido pelos moradores da rua aonde mora e pelo inúmeros de amigos que ele tem que não são poucos.
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