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Cotidiano
15/12/2007 - 10h59

Saiba mais sobre o lutador Ryan Gracie

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da Folha Online

O lutador Ryan Gracie, 33, era descrito como o "bad boy" da família Gracie, responsável pela disseminação do jiu-jítsu no Brasil. Ele, que havia sido preso ontem e indiciado por roubo e tentativa de roubo, foi encontrado morto neste sábado na carceragem do 91 º Distrito Policial (Ceagesp), em São Paulo.

Divulgação
Preso, o lutador Ryan Gracie foi encontrado morto na manhã deste sábado na carceragem do 91 DP, em São Paulo
Preso, o lutador Ryan Gracie foi encontrado morto na manhã deste sábado na carceragem do 91 DP, em São Paulo

Em ao menos duas passagens anteriores pela polícia, Ryan justificou a fama de "bad boy". Em 2000, ficou 18 dias preso no Rio de Janeiro, sua cidade natal, acusado de esfaquear um estudante durante uma briga que destruiu uma casa de festas na Barra da Tijuca. Em 2005, foi acusado de agredir fisicamente um policial civil e xingar uma delegada dentro do 78º DP, nos Jardins, zona sul de São Paulo.

Tradição

A ligação da família Gracie começa com o bisavô de Ryan, Gastão Gracie, que teve contato com o estilo de luta em Belém do Pará, em 1915. Seu filho Carlos emigrou para o Rio de Janeiro, onde abriu a primeira academia com o nome da família em 1925. Sobre seu avô, Ryan afirmava que era "uma perda com a qual eu ainda não aprendi a conviver".

Os Gracie são conhecidos pela criação de um "jiu-jitsu brasileiro", em que o lutador induz à queda do adversário e "revigora" os golpes finais. "Na verdade, a tradução de 'jiu-jitsu' é arte suave, caminho suave. Ele não foi criado para causar danos nos possíveis adversários, e sim para imobilizá-los ou neutralizá-los", afirmava Ryan. "E é isso que o Jiu-jitsu representa na minha vida, é mais que um meio de vida, é o que fez a minha formação moral".

Comentários dos leitores
Jose Antonio Pacheco Nunes (2) 26/03/2008 07h51
Jose Antonio Pacheco Nunes (2) 26/03/2008 07h51
O meu primeiro comentário não apareceu, mas, disse que é muito difícil julgar esta matária, pois trata-se de dependência química, e esta doença já está classificada no CID 10 e DSM como doença, e não como vagabundagem ou bandidagem como muita gente pensa, algum comentarista disse aí as características dela e até deu informações de grupos de ajudas para pais e filhos, o NA, Naranon e Alanon, existem outros também , mas temos que pensar que esta doença é cronica assim como a hipertensão e diabetis, que não tem cura, mas tem tratamento, e afeta a vários setores do nosso corpo, o físico, o mental e o espiritual. Temos que ter cuidado é com clínicas e comunidades que surgem a toda hora e que estão atrás do seu dinheiro, não há diferença entre estes locais e os traficantes, querem somente ganhar tratar jamais.
Nosso governo sim, não dá a menor bola para isto pois quem se droga não merece votar, pois é uma pessoa que não inspira confiaça já que seu Deus é a droga, deveríamos ter uma politica séria pois vemos nos jonais e Tvs quantos jovens abaixo dos 30 anos morrem principalmente nos finais de semana.
Enquanto o traficante mata pela dívida, muitos pseudo tratamentos ou internamentos matam pela incompetência e irresponsabilidade de seus proprietários.
Vamos tratar a Dependência química com dignidade e certamente estaremos não só dando um salto de qualidade mas principalmente salvando vidas de jovens que fatalmente seriam muito úteis a nosso país. Pensem senhores governantes.
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Jose Antonio Pacheco Nunes (2) 26/03/2008 01h00
Jose Antonio Pacheco Nunes (2) 26/03/2008 01h00
Como disse anteriormente, não há interesse no governo em intensificar os estudos sobre Dependência química, enqunto isto quem não tem condição finaceira levam seus filhos a tratamento em hospitais psiquiatricos, pelo que entendo hospital psiquiátrico é para tratamento d edoenças psiquiatricas não de drogaadcção.
É uma pene que uma causa tão nobre onde morrem milhares de pessoas semanalmente seja trtda com tanto desdém por partes de nossos governantes, estão muito mais interessados na folha orçamentária, e nas obras enganosas.
gente droga é uma realidae que mata não só a quem se droga mas priincipalmente a você que não tem nada a ver com o peixe, ,as morre por um desleixo e irresponsabilidade de nossos governates
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ricardo borges (1) 24/02/2008 02h20
ricardo borges (1) 24/02/2008 02h20
UBERABA / MG
jornalismo tem que ser sério,imparcial,e não ser tendencioso.Atentar para o que realmente é importante e, não deixar de lado rapidamente,fatos comprometedores,que elucidem a sociedade. 2 opiniões
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