Governo inicia plano para evitar caos nos aeroportos no fim do ano
da Folha Online
A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e a Infraero, estatal que administra os aeroportos, iniciam nesta sexta-feira o plano de ações para evitar o caos nos principais terminais do país durante os feriados no final do ano.
A partir de hoje as ocorrências de overbooking (número de passagens vendidas superior aos assentos disponíveis); atrasos e cancelamentos de vôos; e o atendimentos aos passageiros serão fiscalizados por uma equipe reforçada pela Anac.
A agência colocará 130 funcionários para apoiar os fiscais que já atuam regularmente nos aeroportos de Congonhas (zona sul de São Paulo), Cumbica, em Guarulhos (Grande São Paulo), Tom Jobim e Santos Dumont, no Rio, e no aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília.
Haverá ainda monitoramento detalhado de todos os vôos programados. Os funcionários irão analisar os vôos com atraso e verificar se a informação dada ao passageiro a respeito do que está ocorrendo é correta ou não.
Caso descubram irregularidades, os funcionários irão repassar as informações aos chamados Núcleos de Acompanhamento e Gestão Operacional. Os núcleos devem funcionar durante 24 horas.
A operação começa nesta sexta-feira e vai até o dia 7 de janeiro, com exceção dos dias 24 e 25 de dezembro e 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Plano
No início deste mês o ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou um plano para evitar transtornos nos terminais de São Paulo, Rio e em Brasília. Entre as propostas, enviadas pelo ministro ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está o aumento de tarifas dos terminais de São Paulo para estimular a utilização dos aeroportos do Rio.
Outra proposta do plano aéreo é o ressarcimento aos passageiros por atrasos nos vôos. O pagamento poderia ser em dinheiro ou em descontos em passagens futuras. No plano, a compensação pode variar de 5% do valor do bilhete para atrasos entre 30 minutos e uma hora, até 50% da passagem para atrasos superiores a cinco horas.
O ressarcimento vai de 5% do valor do bilhete para atrasos entre 30 minutos a uma hora até 50% da passagem para atrasos superiores a cinco horas. Poderão ser descontados, no entanto, problemas alheios às companhias, como fechamento do aeroporto por questões meteorológicas e problemas no tráfego aéreo.
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Especial


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Agora, por causa do acidente a TAM deve fechar as portas, colocar todos os colaboradores na rua, cair no ostracismo, não mais patrocinar eventos, enfim.
Estamos há menos de uma semana para que o acidente complete 1 ano, creio que haja uma certa, vamos dizer, apimentada na reportagem. É pertinente uma matéria deste tipo às vésperas deste acidente que chocou o Brasil.
Agora, leram a reportagem, sobre a "lajona" em CGH para o pátio VIP? http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u421333.shtml . Olha, de forma alguma provocando os familiares das vítimas do JJ3054, mas com todo o respeito, cadê a mesma energia para atacarem mais esta brilhante atuação do ministro Nelson Jobim?
Aliás, apenas por informação as mesmas pistas que os jatos do GTE (Grupo de Transporte Especial do qual o A319 presidencial faz parte) usam são as mesmas pistas das demais aeronaves e inclusive, se o Sr. Presidente está abordo de uma aeronave, o aeroporto tem suas operações comerciais suspensas temporariamente para que esta aeronave pouse ou decole.
Esta medida sim é uma provocação, não o Parquinho da TAM no Shopping.
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