Atrasos atingem 22,2% dos vôos em todo o país
da Folha Online
Balanço da Infraero (estatal que administra os aeroportos) aponta que os atrasos de mais de uma hora afetaram 107 dos 482 --22,2%-- vôos programados entre as 0h e 9h deste sábado. Outros 33 vôos --6,8%-- foram cancelados.
Ontem (21) a estatal iniciou o plano de ações para evitar o caos nos principais terminais do país durante os feriados no final do ano.
Com esse sistema as ocorrências de overbooking (número de passagens vendidas superior aos assentos disponíveis); atrasos e cancelamentos de vôos; e o atendimentos aos passageiros serão fiscalizadas por uma equipe reforçada por 130 funcionários da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) nos aeroportos de São Paulo, Rio e em Brasília.
De acordo com o balanço, oito dos 49 vôos de Congonhas foram afetados pelos atrasos. Outros nove vôos foram cancelados. De acordo com funcionários do aeroporto, as maiores filas no terminal estão nos guichês da Gol. Ontem, um balanço divulgado pela Nago (Núcleo de Apoio e Gerenciamento Operacional) da Infraero apontou que a empresa campeã de atrasos foi a Gol. Ela teve maior índice de atrasos em cinco, dos seis aeroportos pesquisados entre a 0h e 21h da sexta-feira.
Em Cumbica, dos 67 pousos e decolagens programados, 15 registraram atrasos de mais de uma hora. Somente um vôo foi cancelado, segundo a Infraero.
No Rio, o aeroporto Tom Jobim registrou 13 atrasos de mais de uma hora, dos 43 vôos programados no período. Um vôo foi cancelado. No Santos Dumont, somente um vôo ficou atrasado e dois foram cancelado, segundo o balanço.
Em Brasília, dois dos 16 vôos sofreram atrasos e nenhum foi cancelado neste período.
Reclamações
Os postos do Juizado Especial Cível nos aeroportos de Congonhas e Cumbica registraram até as 19h 46 reclamações, segundo o TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo.
Em Congonhas foram 21, com dois acordos firmados. Em Cumbica o número de reclamações foi de 25 também com dois acordos efetivados.
Inaugurados em 8 de novembro deste ano, os postos recebem causas de competência federal e estadual. Do dia 22 ao dia 23 de dezembro, o atendimento será das 9h às 23h.
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Especial



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Agora, por causa do acidente a TAM deve fechar as portas, colocar todos os colaboradores na rua, cair no ostracismo, não mais patrocinar eventos, enfim.
Estamos há menos de uma semana para que o acidente complete 1 ano, creio que haja uma certa, vamos dizer, apimentada na reportagem. É pertinente uma matéria deste tipo às vésperas deste acidente que chocou o Brasil.
Agora, leram a reportagem, sobre a "lajona" em CGH para o pátio VIP? http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u421333.shtml . Olha, de forma alguma provocando os familiares das vítimas do JJ3054, mas com todo o respeito, cadê a mesma energia para atacarem mais esta brilhante atuação do ministro Nelson Jobim?
Aliás, apenas por informação as mesmas pistas que os jatos do GTE (Grupo de Transporte Especial do qual o A319 presidencial faz parte) usam são as mesmas pistas das demais aeronaves e inclusive, se o Sr. Presidente está abordo de uma aeronave, o aeroporto tem suas operações comerciais suspensas temporariamente para que esta aeronave pouse ou decole.
Esta medida sim é uma provocação, não o Parquinho da TAM no Shopping.
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