Brasília concentra maior parte dos atrasos nos vôos; índice é de 16,8% no país
da Folha Online
O aeroporto de Brasília (DF) registra o maior número de atrasos em vôos neste domingo, segundo boletim da Infraero (estatal que administra os aeroportos do país). No terminal, 42 vôos apresentaram atrasos iguais ou superiores a uma hora, o equivalente a 28,4% dos 148 programados entre a 0h e 23h. Outros dez (6,8%) foram cancelados.
Em todo país a Infraero registra 285 atrasos de um total de 1.698 vôos programados (16,8% de atraso) e outros 158 vôos (9,4%) foram cancelados. Apesar do índice ser alto, ele é quase metade do registrado no sábado (22), quando cerca de um terço dos vôos apresentaram atrasos.
De acordo com levantamento do Nago (Núcleo de Apoio e Gerenciamento Operacional), a OceanAir teve a maior proporção de atrasos da 0h às 16h de hoje, com 43,1% de seus pousos e decolagens com mais de uma hora de espera. A Gol ficou na segunda posição, com 21,9% dos vôos atrasados.
Um plano de ações para evitar o caos nos principais terminais do país durante os feriados no final do ano teve início na sexta-feira (21).
Com esse sistema as ocorrências de overbooking (número de passagens vendidas superior aos assentos disponíveis); atrasos e cancelamentos de vôos; e o atendimentos aos passageiros serão fiscalizadas por uma equipe reforçada por 130 funcionários da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) nos aeroportos de São Paulo, Rio e em Brasília.
Segundo o balanço da Infraero, outro aeroporto que apresentava problemas era o Tancredo Neves, em Belo Horizonte (MG), com 14 vôos atrasados (17,9% dos 78) e 11 cancelamentos (14,1%).
O maior índice de vôos cancelados foi registrado no aeroporto de Congonhas. O terminal localizado na zona sul de São Paulo teve 20% dos seus vôos cancelados (43, e um total de 215) e outros oito (3,7%) saíram com atraso igual ou superior a uma hora.
Cumbica, em Guarulhos (Grande São Paulo), 12,3% dos vôos atrasaram (37, dos 300) e 14 (4,47%) foram cancelados.
No Tom Jobim, no Rio, os passageiros de 31 vôos tiveram de amargar espera no terminal, o equivalente a 17,1% dos 181. Outros 14 vôos (7,7%) foram cancelados.
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Especial


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Agora, por causa do acidente a TAM deve fechar as portas, colocar todos os colaboradores na rua, cair no ostracismo, não mais patrocinar eventos, enfim.
Estamos há menos de uma semana para que o acidente complete 1 ano, creio que haja uma certa, vamos dizer, apimentada na reportagem. É pertinente uma matéria deste tipo às vésperas deste acidente que chocou o Brasil.
Agora, leram a reportagem, sobre a "lajona" em CGH para o pátio VIP? http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u421333.shtml . Olha, de forma alguma provocando os familiares das vítimas do JJ3054, mas com todo o respeito, cadê a mesma energia para atacarem mais esta brilhante atuação do ministro Nelson Jobim?
Aliás, apenas por informação as mesmas pistas que os jatos do GTE (Grupo de Transporte Especial do qual o A319 presidencial faz parte) usam são as mesmas pistas das demais aeronaves e inclusive, se o Sr. Presidente está abordo de uma aeronave, o aeroporto tem suas operações comerciais suspensas temporariamente para que esta aeronave pouse ou decole.
Esta medida sim é uma provocação, não o Parquinho da TAM no Shopping.
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