Infraero diz que integração garantiu tranqüilidade nos aeroportos
da Folha Online
A Infraero (estatal que administra os aeroportos do país) divulgou nota nesta terça-feira na qual comemora os resultados da Operação Verão 2008, que, segundo a estatal, garantiu tranqüilidade nos aeroportos do país durante as festas de fim de ano.
Na nota, o presidente da Infraero, Sérgio Gaudenzi, ressalta que o movimento tranqüilo registrado nos principais terminais neste fim de ano foi conseqüência da integração entre a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) e a própria Infraero.
"Houve uma perfeita integração entre a empresa [Infraero], a Agência Nacional de Aviação Civil e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo", disse Gaudenzi na nota.
A Infraero também divulgou resultados dos recém-criados núcleos de Acompanhamento e Gestão Operacional que recebem informações sobre irregularidades nos aeroportos. Segundo a estatal, os núcleos constataram que houve aumento de passageiros --de 100 milhões, em 2006, para 110 milhões, em 2007-- e redução gradativa de atrasos.
O tenente brigadeiro do ar Cleonilson Nicácio Silva, diretor de Operações da Infraero e responsável pela Operação Verão 2008, disse que a melhora significativa nos atrasos foi resultado do empenho de pessoas que trabalham na aviação.
"[Os responsáveis pelo sucesso da operação] São as milhares de pessoas que de norte a sul e de leste a oeste trabalharam para fazer funcionar com segurança todo o sistema de aviação civil e de controle do espaço aéreo. São todos aqueles que se esforçaram e trabalharam com dedicação e seriedade", afirmou.
A Infraero registrou poucos atrasos nos vôos nos principais aeroportos do país durante as festas de fim de ano. No feriado de Ano Novo, o movimento foi mais tranqüilo ainda, com menos de 4% das partidas com atrasos, em média.
A situação dos aeroportos registrada no fim de 2007 é bem diferente do que ocorreu no fim de 2006, quando passageiros enfrentaram atrasos e cancelamentos de vôos, além de overbooking (número de passagens vendidas superior aos assentos disponíveis), o que lotou os principais terminais do país.
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Especial


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Agora, por causa do acidente a TAM deve fechar as portas, colocar todos os colaboradores na rua, cair no ostracismo, não mais patrocinar eventos, enfim.
Estamos há menos de uma semana para que o acidente complete 1 ano, creio que haja uma certa, vamos dizer, apimentada na reportagem. É pertinente uma matéria deste tipo às vésperas deste acidente que chocou o Brasil.
Agora, leram a reportagem, sobre a "lajona" em CGH para o pátio VIP? http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u421333.shtml . Olha, de forma alguma provocando os familiares das vítimas do JJ3054, mas com todo o respeito, cadê a mesma energia para atacarem mais esta brilhante atuação do ministro Nelson Jobim?
Aliás, apenas por informação as mesmas pistas que os jatos do GTE (Grupo de Transporte Especial do qual o A319 presidencial faz parte) usam são as mesmas pistas das demais aeronaves e inclusive, se o Sr. Presidente está abordo de uma aeronave, o aeroporto tem suas operações comerciais suspensas temporariamente para que esta aeronave pouse ou decole.
Esta medida sim é uma provocação, não o Parquinho da TAM no Shopping.
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