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Cotidiano
10/01/2008 - 14h35

Funcionamento de juizados em aeroportos é prorrogado até 31 de março

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da Folha Online

O funcionamento dos juizados instalados nos aeroportos de São Paulo, do Rio e de Brasília, previsto para terminar no próximo dia 31, foi prorrogado até o dia 31 de março --após os feriados de Carnaval e Páscoa. A decisão foi tomada em reunião realizada nesta quinta-feira entre o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e os tribunais envolvidos no trabalho.

Um relatório com os principais problemas detectados pelos juizados deverá ser entregue até o final de janeiro ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, e à presidente do Conselho Nacional de Justiça e do Supremo Tribunal Federal, ministra Ellen Gracie.

Segundo o CNJ, desde o dia 8 de outubro, quando os cinco postos foram inaugurados --nos aeroportos Santos Dumont e Tom Jobim (no Rio), Congonhas e Cumbica (em São Paulo), e Juscelino Kubitschek (em Brasília)--, foram registrados 6.111 atendimentos, com reclamações como cancelamento de vôos, overbooking e extravio de bagagens.

Ainda de acordo com o CNJ, os juízes afirmaram que há uma resistência das companhias aéreas em firmar acordos e solucionar os conflitos. Para o ministro Gilson Dipp, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que presidiu a reunião, "aparentemente as empresas preferem receber sentenças a concordar com os passageiros".

Os juizados são operados pelos Tribunais de Justiça de cada Estado e pelos Tribunais Regionais Federais e funcionam todos os dias, inclusive inclusive nos finais de semana. O atendimento é feito das 9h às 21 nos dias úteis e das 14h às 20h aos sábados, domingos e feriados.

Comentários dos leitores
Valdir Antonelli (5) 11/07/2008 21h21
Valdir Antonelli (5) 11/07/2008 21h21
SAO PAULO / SP
Pelo jeito a empresa nunca mais vai poder montar stands, parquinhos ou fazer divulgação né? Me sensibilizo com as famílias que perderam alguém no voo, mas uma coisa não tem nada a ver com a outra. Juro que quando li a manchete pensei que a TAM tivesse montado algo no local do acidente, mas depois que vi que era em um shopping achei absurdo os comentários e o tom da reportagem. 4 opiniões
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Marina Boschini (1) 11/07/2008 20h06
Marina Boschini (1) 11/07/2008 20h06
CAMPINAS / SP
Eu compreendo o sentimento dos familiares, mas devo discordar. Faz 3 anos que minha mãe faleceu, todos os dias sinto sua falta, mas em épocas como o dia das mães é ainda pior; deveria eu ficar indignada com todas as propagandas veiculadas perto da data? Não seria uma insensibilidade das empresas com todas as pessoas que perderam suas mães? Sinto muito, mas uma coisa não leva a outra. Por acaso, as famílias só se lembram de seus parentes em Julho? Faz parecer que se um parente das vítimas passasse perto desse parquinho em Outubro ele não se incomodaria. Lutem sim pelos seus direitos, mas com argumentos válidos. 9 opiniões
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Claudio Koseki (1) 11/07/2008 18h28
Claudio Koseki (1) 11/07/2008 18h28
OSASCO / SP
Me desculpe, não li todos os comentários, mas, realmente, o que uma coisa tem a ver com a outra?
Agora, por causa do acidente a TAM deve fechar as portas, colocar todos os colaboradores na rua, cair no ostracismo, não mais patrocinar eventos, enfim.
Estamos há menos de uma semana para que o acidente complete 1 ano, creio que haja uma certa, vamos dizer, apimentada na reportagem. É pertinente uma matéria deste tipo às vésperas deste acidente que chocou o Brasil.
Agora, leram a reportagem, sobre a "lajona" em CGH para o pátio VIP? http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u421333.shtml . Olha, de forma alguma provocando os familiares das vítimas do JJ3054, mas com todo o respeito, cadê a mesma energia para atacarem mais esta brilhante atuação do ministro Nelson Jobim?
Aliás, apenas por informação as mesmas pistas que os jatos do GTE (Grupo de Transporte Especial do qual o A319 presidencial faz parte) usam são as mesmas pistas das demais aeronaves e inclusive, se o Sr. Presidente está abordo de uma aeronave, o aeroporto tem suas operações comerciais suspensas temporariamente para que esta aeronave pouse ou decole.
Esta medida sim é uma provocação, não o Parquinho da TAM no Shopping.
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