Governo do PR confirma terceira morte por febre amarela no país neste mês
da Folha Online
A Secretaria da Saúde do Paraná confirmou nesta terça-feira que a causa da morte de uma paciente que estava internada em um hospital de Maringá foi febre amarela. É a terceira morte no país desde o começo do ano. A vítima morreu no último dia 8.
A vítima, que não teve o nome revelado, havia viajado no fim do ano para Caldas Novas (GO) e começou a apresentar os primeiros sintomas da doença no último dia 4. A causa da morte foi confirmada por exames feitos pelo Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo.
Apesar de registrar o caso, o governo do Paraná afirma que não há motivo para uma corrida aos postos de vacinação.
Outros casos
Na segunda (14), a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás confirmou a causa da morte de um homem de 24 anos como febre amarela. O rapaz morreu no último dia 2, mas o Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública) divulgou o resultado do exame sorológico somente ontem.
No último dia 8, Graco Carvalho Abubakir, 38, também morreu vítima de febre amarela. Morador de Brasília, Abubakir esteve na região de Pirenópolis (GO) e chegou ao Hospital Santa Luzia no último dia 4 com febre alta, dor de cabeça e dor no corpo.
Em São Paulo, uma mulher que teve diagnóstico de febre amarela confirmado permanece internada na unidade Morumbi do Hospital São Luiz. Segundo boletim médico, o quadro evolui bem, mas não há previsão de alta médica.
Segundo o Ministério da Saúde, todos os casos da doença confirmados até agora são da forma silvestre, contraídos em áreas de mata, em regiões consideradas de risco. O governo nega o risco de uma epidemia.
Vacina
Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, calafrios, mal-estar, vômito, dores no corpo, pele e olhos amarelados e sangramentos.
De acordo com o Ministério da Saúde, as áreas consideradas de risco no país são as de matas e rios dos Estados da região Norte e Centro-Oeste, parte da região Nordeste --Maranhão, sudoeste do Piauí, oeste e extremo-sul da Bahia--, região Sudeste --Minas, oeste de São Paulo e norte do Espírito Santo-- e região Sul --oeste dos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
A vacina é aplicada gratuitamente em postos de saúde de todos os municípios do país, além de salas de vacinação em portos, aeroportos e fronteiras. A proteção vale por dez anos e deve ser tomada dez dias antes da viagem para a área de risco.
A imunização é contra-indicada a gestantes, imunodeprimidos --pessoas com o sistema imunológico debilitado-- e pessoas alérgicas a ovo.
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Do outro, uma mídia terrorista que faz pessoas irem se vacinar sem consultar um médico antes. Essa vacina tem várias contra-indicações. Resultado: dois mortos - até agora.
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