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Cotidiano
18/01/2008 - 15h51

Goiás reforça combate ao Aedes aegypti para conter febre amarela

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da Folha Online

O governo de Goiás irá reforçar o combate aos focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti --que transmite dengue e febre amarela-- em todo Estado.

Relatório do Ministério da Saúde aponta que do início deste ano até agora foram notificados 30 casos suspeitos de febre amarela, sendo 22 como provável local de infecção o Estado de Goiás. Até agora dez pessoas morreram em todo país vítimas da doença.

Entre as medidas anunciadas está a de elevação no número de agentes responsáveis pelo combate ao mosquito e também mais verbas destinadas aos municípios.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás, o índice de infestação do mosquito Aedes aegypti é de 1% no Estado, abaixo dos 5% preconizados para se ter a possibilidade de infecção urbana da doença.

O Estado de Goiás sofreu uma epidemia de casos de dengue em 2006. Foram 30 mil casos. Em 2007, o número foi reduzido em 50%, segundo o governo estadual.

Comentários dos leitores
Pedro Nunes (72) 09/05/2009 09h23
Pedro Nunes (72) 09/05/2009 09h23
Agradeço aos comentários da Sra. Tatiana Amaral e do Sr. Odair Martins, extremamente esclarecedores, suas experiências com o assunto realmente ajudam a posicionar as pessoas interessadas neste assunto, quanto a responsabilizar a imprensa, objeto da maioria dos outros comentários, me perdoem, mas, é exatamente este um dos maiores problemas da educação do Brasil de hoje, interpretação de textos, alías, muito bem observado no comentário do Sr. Jason Macedo de Oliveira. sem opinião
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Roberto Locatelli (19) 09/05/2009 05h30
Roberto Locatelli (19) 09/05/2009 05h30
De um lado, o governo do Estado é incompetente.
Do outro, uma mídia terrorista que faz pessoas irem se vacinar sem consultar um médico antes. Essa vacina tem várias contra-indicações. Resultado: dois mortos - até agora.
sem opinião
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Luís da Velosa (669) 12/01/2009 18h50
Luís da Velosa (669) 12/01/2009 18h50
É inacreditável. Como é que um Estado como São Paulo permite a proliferação de uma doença que deveria ser erradicada há dezenas de anos. 24 opiniões
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