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Cotidiano
23/01/2008 - 11h03

Dois vôos da United Airlines retornam a aeroporto de SP após falhas

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da Folha Online

Dois vôos da United Airlines tiveram problemas mecânicos e foram obrigados a retornar ao aeroporto internacional de São Paulo, em Cumbica (Guarulhos, região metropolitana), na madrugada desta quarta-feira. As causas das falhas não foram confirmadas --uma equipe de manutenção da companhia inspeciona as aeronaves.

O vôo 842 havia saído de Guarulhos às 22h11 de ontem (22) com destino ao aeroporto de Chicago. Após a decolagem, a tripulação percebeu a falha e, aproximadamente duas horas depois, retornou ao aeroporto. A aeronave transportava 142 passageiros e 12 tripulantes.

O outro vôo que apresentou problemas foi o de número 860. A aeronave havia decolado às 23h48, com destino a Washington e também foi obrigado a retornar ao aeroporto, onde pousou às 2h34. O avião levava 175 passageiros e 12 tripulantes.

De acordo com a empresa aérea, nos dois casos, os pilotos seguiram os procedimentos como medida de precaução e pousaram os aviões em segurança. Não há registro de feridos.

Em nota, a United Airlines afirmou que funcionários coordenaram a transferência das passagens de alguns clientes para vôos de outras companhias com destino aos Estados Unidos, enquanto a maioria foi acomodada em hotéis. Eles devem continuar a viagem hoje à noite, em outros dois vôos da empresa.

Pouso de emergência

No último fim de semana, um avião da United Airlines teve de realizar um pouso de emergência na pista do aeroporto Tom Jobim, no Rio. Na aterrissagem, dois pneus do trem de pouso estouraram.

Segundo a empresa, o vôo 874 tinha como destino o aeroporto de Dulles, em Washington (EUA) e estava programado para decolar por volta das 22h da sexta-feira (18). A aeronave passou por um reparo no próprio terminal e só deixou o aeroporto por volta das 2h do sábado (19).

No momento da decolagem, o comandante percebeu um problema no gerador de uma turbina do aparelho.

Comentários dos leitores
Valdir Antonelli (5) 11/07/2008 21h21
Valdir Antonelli (5) 11/07/2008 21h21
SAO PAULO / SP
Pelo jeito a empresa nunca mais vai poder montar stands, parquinhos ou fazer divulgação né? Me sensibilizo com as famílias que perderam alguém no voo, mas uma coisa não tem nada a ver com a outra. Juro que quando li a manchete pensei que a TAM tivesse montado algo no local do acidente, mas depois que vi que era em um shopping achei absurdo os comentários e o tom da reportagem. 4 opiniões
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Marina Boschini (1) 11/07/2008 20h06
Marina Boschini (1) 11/07/2008 20h06
CAMPINAS / SP
Eu compreendo o sentimento dos familiares, mas devo discordar. Faz 3 anos que minha mãe faleceu, todos os dias sinto sua falta, mas em épocas como o dia das mães é ainda pior; deveria eu ficar indignada com todas as propagandas veiculadas perto da data? Não seria uma insensibilidade das empresas com todas as pessoas que perderam suas mães? Sinto muito, mas uma coisa não leva a outra. Por acaso, as famílias só se lembram de seus parentes em Julho? Faz parecer que se um parente das vítimas passasse perto desse parquinho em Outubro ele não se incomodaria. Lutem sim pelos seus direitos, mas com argumentos válidos. 9 opiniões
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Claudio Koseki (1) 11/07/2008 18h28
Claudio Koseki (1) 11/07/2008 18h28
OSASCO / SP
Me desculpe, não li todos os comentários, mas, realmente, o que uma coisa tem a ver com a outra?
Agora, por causa do acidente a TAM deve fechar as portas, colocar todos os colaboradores na rua, cair no ostracismo, não mais patrocinar eventos, enfim.
Estamos há menos de uma semana para que o acidente complete 1 ano, creio que haja uma certa, vamos dizer, apimentada na reportagem. É pertinente uma matéria deste tipo às vésperas deste acidente que chocou o Brasil.
Agora, leram a reportagem, sobre a "lajona" em CGH para o pátio VIP? http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u421333.shtml . Olha, de forma alguma provocando os familiares das vítimas do JJ3054, mas com todo o respeito, cadê a mesma energia para atacarem mais esta brilhante atuação do ministro Nelson Jobim?
Aliás, apenas por informação as mesmas pistas que os jatos do GTE (Grupo de Transporte Especial do qual o A319 presidencial faz parte) usam são as mesmas pistas das demais aeronaves e inclusive, se o Sr. Presidente está abordo de uma aeronave, o aeroporto tem suas operações comerciais suspensas temporariamente para que esta aeronave pouse ou decole.
Esta medida sim é uma provocação, não o Parquinho da TAM no Shopping.
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