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Cotidiano
23/01/2008 - 13h47

Anac realiza Operação Carnaval em dez aeroportos do país

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da Folha Online

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) dará início à chamada Operação Carnaval a partir do dia 31 de janeiro em dez aeroportos brasileiros.

Segundo anúncio da agência feito hoje, a operação contará com 260 servidores e será realizada para identificar os problemas que possam atrasar ou impedir o embarque de passageiros durante o feriado prolongado.

O principal alvo da operação serão os balcões de check-ins das empresas aéreas. Os agentes da Anac estarão vestidos de coletes azuis e irão se revezar em turnos para cobrir todo o horário de operação do terminal.

Segundo a Anac, a operação será dividida em dois momentos. O primeiro será o da partida, entre 31 de janeiro e 2 de fevereiro em cinco terminais: Congonhas (zona sul de São Paulo), Cumbica, em Guarulhos (Grande SP), do Galeão (RJ), de Brasília (DF) e de Porto Alegre (RS).

Os aeroportos foram escolhidos por concentrarem, segundo a Anac, 80% do tráfego aéreo do país e devem registrar grande fluxo de saída de passageiros rumo a outros Estados.

Na volta, a operação será a de retorno, e deverá se concentrar entre os dias 6 e 10 de fevereiro, nos terminais de Congonhas, Guarulhos, Salvador (BA), Recife (PE), Florianópolis (SC), Natal (RN), Fortaleza (CE), Porto Alegre, Brasília (DF) e no Rio.

Atraso

Na quarta-feira (16) da semana passada, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) anunciou uma operação com o objetivo de tentar reduzir os atrasos nos aeroportos brasileiros.

Denominada Operação Hora Certa, a ação consiste em reforçar a fiscalização nas quatro maiores companhias aéreas que realizam vôos domésticos no país --TAM, OceanAir, Gol e Varig.

Hoje a agência informou que a operação Hora Certa também atuará durante o Carnaval.

Comentários dos leitores
Valdir Antonelli (5) 11/07/2008 21h21
Valdir Antonelli (5) 11/07/2008 21h21
SAO PAULO / SP
Pelo jeito a empresa nunca mais vai poder montar stands, parquinhos ou fazer divulgação né? Me sensibilizo com as famílias que perderam alguém no voo, mas uma coisa não tem nada a ver com a outra. Juro que quando li a manchete pensei que a TAM tivesse montado algo no local do acidente, mas depois que vi que era em um shopping achei absurdo os comentários e o tom da reportagem. 4 opiniões
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Marina Boschini (1) 11/07/2008 20h06
Marina Boschini (1) 11/07/2008 20h06
CAMPINAS / SP
Eu compreendo o sentimento dos familiares, mas devo discordar. Faz 3 anos que minha mãe faleceu, todos os dias sinto sua falta, mas em épocas como o dia das mães é ainda pior; deveria eu ficar indignada com todas as propagandas veiculadas perto da data? Não seria uma insensibilidade das empresas com todas as pessoas que perderam suas mães? Sinto muito, mas uma coisa não leva a outra. Por acaso, as famílias só se lembram de seus parentes em Julho? Faz parecer que se um parente das vítimas passasse perto desse parquinho em Outubro ele não se incomodaria. Lutem sim pelos seus direitos, mas com argumentos válidos. 9 opiniões
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Claudio Koseki (1) 11/07/2008 18h28
Claudio Koseki (1) 11/07/2008 18h28
OSASCO / SP
Me desculpe, não li todos os comentários, mas, realmente, o que uma coisa tem a ver com a outra?
Agora, por causa do acidente a TAM deve fechar as portas, colocar todos os colaboradores na rua, cair no ostracismo, não mais patrocinar eventos, enfim.
Estamos há menos de uma semana para que o acidente complete 1 ano, creio que haja uma certa, vamos dizer, apimentada na reportagem. É pertinente uma matéria deste tipo às vésperas deste acidente que chocou o Brasil.
Agora, leram a reportagem, sobre a "lajona" em CGH para o pátio VIP? http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u421333.shtml . Olha, de forma alguma provocando os familiares das vítimas do JJ3054, mas com todo o respeito, cadê a mesma energia para atacarem mais esta brilhante atuação do ministro Nelson Jobim?
Aliás, apenas por informação as mesmas pistas que os jatos do GTE (Grupo de Transporte Especial do qual o A319 presidencial faz parte) usam são as mesmas pistas das demais aeronaves e inclusive, se o Sr. Presidente está abordo de uma aeronave, o aeroporto tem suas operações comerciais suspensas temporariamente para que esta aeronave pouse ou decole.
Esta medida sim é uma provocação, não o Parquinho da TAM no Shopping.
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