Acusado de matar herdeiro do Hospital Nove de Julho é condenado
Colaboração para a Folha Online
Antônio Roberto Cerato, um dos acusados de envolvimento na morte do empresário João Carlos Ganme --herdeiro do Hospital Nove de Julho--, foi condenado segunda-feira (28) a 17 anos de prisão em regime fechado. Cabe recurso.
Outro acusado, o advogado Wagner Meira Alves --acusado de ter pago Cerato para cometer o crime- também deveria ter sido julgado ontem. O júri, no entanto, foi adiado porque sua advogada não poderia comparecer à audiência. Ainda não há previsão de nova data.
O advogado era funcionário da Agropecuária Foltran, comandada por Ganme na ocasião do crime. Alves teria encomendado a morte do patrão depois que foi descoberta a sua participação no desvio de recursos da fazenda em que trabalhava, em Mato Grosso.
O terceiro acusado de participação no crime morreu em 1999 --o ex-jogador de basquete Cacildo Lopes.
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