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Cotidiano
01/02/2008 - 07h37

Proibição de venda de bebidas alcóolicas em rodovias começa hoje

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da Folha Online

Começa nesta sexta-feira a proibição da venda de bebidas alcóolicas em estabelecimentos às margens das rodovias federais. Bebidas que têm teor alcoólico igual ou superior a 0,5%, o que abrange quase todos os tipos disponíveis no país --as cervejas mais tradicionais têm graduação a partir de 4,5%--, estão proibidas.

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O Ministério da Saúde afirma que, diariamente, cerca de 150 mil brasileiros dirigem após ingerirem de quatro a cinco doses de bebida alcoólica, de acordo com pesquisa realizada no ano passado pelo Vigitel (Monitoramento de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico). A OMS (Organização Mundial de Saúde) estima que a ingestão de álcool provoque anualmente 1,8 milhão de mortes no mundo.

O que determinou a proibição foi uma medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 21. De acordo com o Ministério da Justiça, os estabelecimentos tiveram até ontem (31) para se adequar à nova legislação e fixar avisos em locais de ampla visibilidade, sob pena de multas de R$ 300 --a Polícia Rodoviária Federal irá fiscalizar.

O estabelecimento que descumprir a norma e vender bebidas alcoólicas deve ser multado em R$ 1.500 --o valor será dobrado em caso de reincidência. Além disso, a permissão de acesso para o estabelecimento pela rodovia é suspensa por dois anos.

A proibição estava prevista na Política Nacional Sobre o Álcool, lançada em maio de 2007. A medida havia sido prometida para o lançamento do chamado PAC da Segurança, o Pronasci, em agosto, mas foi adiada. Em São Paulo, uma lei de 1985 já veta a venda de bebidas em estabelecimentos nas margens das rodovias estaduais.

Comentários dos leitores
Rinaldo Oliveira (1) 01/08/2008 07h31
Rinaldo Oliveira (1) 01/08/2008 07h31
Multas no municipio de Sp! policiais militares escondinos nas esquinas apenas para multar , pensava que era para combater o crime (engano meu) e ainda multam com sorriso estampado no rosto e geralmente é naquele lugar que colocaram as placas por engano por que não tem sentido algum, ou naqueles lugares mal sinalizados, mas fazer o que já sei tranferir o documento para algum lugar distante---------me sinto roubado por uma administração municipipal que se mostra cada mais incapaz Cassab o nome dele né? nunca vou me esquecer e a minha campanha será sempre contra. sem opinião
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CACAPAVA / SP
O correto seria proibir o consumo de bebidas alcoólicas no Brasil. O alcool é droga e o alcoolismo uma doença. A televisão faz apologia ao consumo de alcool e as pessoas embarcam nessa idéia como acontecia com as propagandas de cigarro antigamente. Quantos lares foram desfeitos e quantas pessoas perderam a vida devido ao consumo de alcool no Brasil. E o pior é que os jovens estão começando a beber cada vez mais cedo e as pessoas acham normal. 14 opiniões
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sérgio carneiro (236) 09/02/2008 17h16
sérgio carneiro (236) 09/02/2008 17h16
A aguardente Pitú (fabricada em Pernambuco) deve ter dissolvido os poucos neurônios do nosso "iluminado" Lula. Lendo a exposição de motivos que gerou a MP (https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Exm/EMI-13-gsi-mj-mcidades-mec-mt.htm) observei que não foi somente os neurônios do nosso "iluminado" que foram destruídos pelo consumo de bebidas. Se este pais tivesse um mínimo de seriedade buscaria outras soluções para o problema do transito, pois proibir a venda de bebidas nas estradas federais não impede o consumo. Vendo as ultimas estatísticas, "de 2002", em acidentes de transito fornecidas pelo DENATRAN, atualizadíssima por sinal, no site http://www.denatran.gov.br/acidentes.htm, mostra que a maioria dos acidentes ocorrem em áreas urbanas e não na rurais, onde ficam a boa parte das estradas federais, portanto mais uma solução inócua. Será que neste país tem alguem com os "culhões roxo" para mexer com a industria de bebidas, e ainda por cima é uma grande fonte de renda do Governo ( IPI da cachaça 77%).
Não se enganem senhores leitores e eleitores, num país onde o crime prescreve e a divida ativa é eterna, mostra quem realmente ele é.
Multa gera receita, detenção gera despesas. Essa conta nosso "iluminado" sabe fazer.
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