Polícia do Rio investiga origem de verbas de escolas de samba
da Folha Online
Os livros-caixas da escolta de samba Mangueira, do Rio, começam a ser investigados a partir da próxima quinta-feira (7), segundo reportagem da Folha (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) deste sábado.
A 17ª Delegacia de Polícia (São Cristóvão), que apura a suspeita de envolvimento de diretores da escola com o tráfico de drogas, vai analisar as anotações, segundo o jornal.
Das 12 escolas de samba do Grupo Especial do Rio, quatro têm bicheiros como "patronos" --Beija-Flor, Imperatriz Leopoldinense, Grande Rio e Viradouro, de acordo com a reportagem.
Outras três agremiações sobrevivem apenas com a verba da subvenção oficial da prefeitura e do Estado --Portela, São Clemente e Porto da Pedra.
As demais, segundo a reportagem, (Mangueira, Unidos de Vila Isabel, Unidos da Tijuca, Salgueiro e Mocidade Independente) misturam dinheiro de contravenção, subvenção e patrocínios. Polícias Civil e Federal investigam uso das escolas para lavar dinheiro.
De acordo com o texto, a polícia quer saber da Mangueira qual a origem do dinheiro que pagou a construção de camarotes na quadra da escola, na zona norte. O vínculo com quadrilha que controla o tráfico no morro da Mangueira é investigado após uma operação da PF, em novembro.
Leia mais
- Polícia vai apurar possível envolvimento de Mangueira com tráfico
- Carnaval do Rio começa hoje com homenagem à corte portuguesa
- PM do Rio aumenta efetivo para Carnaval; operações em favelas continuam
- Guias trazem opções para se divertir e viajar no Carnaval
Especial

