Após atropelamento de mulher, CPTM anuncia medidas de segurança
da Folha Online
Dias após uma mulher ser atropelada por um trem da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) para salvar sua filha, em Rio Grande da Serra, na Grande São Paulo, a companhia adotou uma série de medidas para reduzir o número de atropelamentos na rede.
As primeiras providências anunciadas foram a construção de uma passarela metálica na região de Rio Grande da Serra, na linha D (Luz-Rio Grande da Serra) e a construção de mil metros de muro no mesmo trecho.
A CPTM também deve construir 4.500 metros de muro e passeio público nas estações Mauá e Guapituba, na linha D; Presidente Altino e Itapevi, na linha B, Júlio Prestes-Itapevi, e Vila Clarice, na linha A Luz-Francisco Morato.
A companhia também deve intensificar a ronda das equipes de segurança na linha, instalação de placas informando sobre o risco, campanha educativa em passagens clandestinas entre outras medidas.
A CPTM também informou que, em março, começam as obras de construção de uma passarela na região do Jaraguá, na linha A (Luz-Francisco Morato).
Acidente
Maristela Justina de Souza Fraga, 35, atravessava a linha do trem em uma passagem clandestina, com suas duas filhas, quando foi avisada pelo marido que o trem se aproximava.
A filha de 8 anos da auxiliar administrativa estava entre os trilhos. Maristela conseguiu salvar a filha, mas foi atropelada e morreu no local. O caso foi registrado no Distrito Policial de Rio Grande da Serra.
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