Polícia tem um mês para apurar queda de avião que matou 4 no Rio
da Folha Online
O delegado plantonista da 16ª DP (Barra da Tijuca), Alessandro Thiers, informou que a Polícia Civil tem 30 dias para investigar se há indício de ato criminoso na queda do avião monomotor prefixo PR-IAO ocorrida ontem (2), na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. Quatro morreram. Os trabalhos policiais são paralelos à investigação da Aeronáutica.
Morreram no acidente o empresário e proprietário da aeronave, Joci José Martins, o piloto Frederico Carlos Xavier de Tolla, Silvio Pedro Vanzela e Gilmar Sidnei de Toni.
Por parte da Aeronáutica, quem investiga as causas do acidente é o Seripa (Serviço Regional de Investigação de Acidentes Aeronáuticos) do 3º Comando Aéreo Regional, no Rio. Segundo a Aeronáutica, o órgão tem 90 dias para apresentar um parecer sobre as causas do acidente. Porém, o prazo deverá ser abreviado.
O objetivo da investigação do Seripa é emitir um relatório com as causas do acidente para evitar que novos problemas ocorram em aeronaves semelhantes.
O avião saíra às 11h43 do aeroporto de Jacarepaguá com destino a um aeroclube de Santa Catarina. No trajeto, o piloto foi avisado de que havia fumaça na aeronave e tentou retornar, mas não conseguiu, de acordo com a Infraero (estatal que administra os aeroportos). Ele caiu em um terreno na avenida das Américas.
A aeronave pertence à uma empresa do ramo de construções e fazia parte do Aeroclube de Santa Catarina, localizado no município de São José, nas proximidades de Florianópolis.
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