Supremo Tribunal Federal analisa pedido de extradição de Abadia
da Folha Online
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Eros Grau analisa nesta quinta-feira o parecer do Ministério Público Federal sobre a extradição do traficante colombiano Juan Carlos Ramirez Abadía para os Estados Unidos.
O parecer favorável foi dado em fevereiro deste ano pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando Barros e Silva de Souza.
Segundo a pauta de julgamentos do STF, caso seja concedida a extradição, o país requerente terá de assumir que se as leis locais estabelecerem pena de morte ou prisão perpétua, ela terá de ser comutada em pena pena máxima de 30 anos de detenção.
Abadía foi preso no dia 7 de agosto do ano passado em um condomínio de luxo em Aldeia da Serra (Grande São Paulo). Ele é apontado pelo DEA (Drug Enforcement Administration, a agência antidrogas norte-americana) como um dos maiores traficantes do mundo e um dos líderes do cartel do Norte do Vale, na Colômbia.
No Brasil, ele foi denunciado sob acusação de lavagem de dinheiro, uso de documento falso, formação de quadrilha e corrupção ativa.
O colombiano teria fugido para o Brasil em 2004 após o pedido de extradição formulado pelos Estados Unidos.
Nos Estados Unidos, Abadía é acusado de traficar drogas no Colorado e em um dos distritos de Nova York e, como líder do cartel, teria enviado mil toneladas de cocaína para aquele país. Ele ainda é acusado de ordenar 315 assassinatos --300 na Colômbia e 15 nos EUA.
O governo americano oferecia recompensa de US$ 5 milhões (R$ 9 milhões) pela captura do traficante colombiano.
O pedido de extradição do colombiano foi feito pelo governo americano no dia 18 de outubro de 2007, dentro do prazo estipulado no tratado de extradição firmado entre os dois países --60 dias a partir da data em que a embaixada americana foi informada sobre a prisão preventiva.
Tentativa de acordo
Em janeiro deste ano Abadía entregou ao Ministério Público Federal uma proposta de entregar entre US$ 30 e US$ 40 milhões, que estariam escondidos no país, em troca de uma lista de benefícios, começando pela anulação de sua pena e sua extradição para os Estados Unidos.
Até ser extraditado, o traficante pediu para ser transferido para um presídio com menos segurança em Itaí (301 km a oeste de São Paulo). Atualmente, ele está no presídio federal de segurança máxima em Campo Grande (MS).
O traficante também ofereceu a delação de um brasileiro que trabalharia para ele e outras três pessoas de sua organização criminosa, que estariam fora do Brasil, à Justiça dos EUA. Como último pedido, o colombiano quer a extinção da pena de sua mulher, Yessica Paola Rojas Morales.
A Justiça Federal rejeitou a proposta.
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Onde entra Detona, acaba com a palhaçada, ai aparece os bandidos de sempre e sempre tem gente com e sem farda do outro lado, tem politico pequeno e grande, não é só bandidinho não.
É uma pena que nossa PF tenha pouco mais de 10mil homens, no tempo do FHC, tinha 2mil, O CORRETO SERIA 150MIL, e atacar tudo de uma só vez,
Ai o povo iria sair as ruas e aplaudir LULA por anos, pois acabava a sem vergonhice, onde pequenos furtos da cadeia e grandes incentivam.
E leis, precisamos de leis mas enquanto o estimado srs.Arthur Virgilho, e Agripino Maya ficarem:-"Pela ordem sr.presidente, pela ordem OBSTRUÇÃO, OBSTRUÇÃO O PSDB É PELA OBSTRUÇÃO".
Não teremos lei alguma para manter preso quem a PF PRENDE A NÃO SER EM FLAGRANTE DELITO.
Mas nas proximas majoritarias estes cavalheiros, vão para onde ninguem quer ir.
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