RJ vai demitir pediatra que não atendeu bebê morto por suspeita de dengue
da Folha Online
A Secretaria Estadual da Saúde do Rio informou que vai demitir a médica pediatra da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Bangu (zona oeste) procurada pela família do bebê de sete meses que morreu com suspeita de dengue na última quinta-feira (20). O bebê não recebeu atendimento no local porque a pediatra não foi trabalhar.
Segundo a assessoria de comunicação da pasta, será aberta uma sindicância para apurar o caso e uma denúncia contra a médica será encaminhada ao Cremerj (Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro). A pediatra, cujo nome não foi divulgado, faz parte de uma cooperativa que presta serviço para o Estado e será desligada da atividade na UPA. Conforme a assessoria, a médica não foi avisada das medidas porque ainda não foi encontrada.
A menina, identificada como Ana Clara Gonçalves, morreu no Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, também na zona oeste do Rio, a mais afetada pela doença. Segundo a Secretaria da Saúde, a menina passou primeiro pelo PAM (Posto de Assistência Médica) de Bangu, depois pela UPA --unidade de atendimento estadual 24 horas, na qual a médica de plantão não foi trabalhar--, até a família ir para o Albert Schweitzer.
O hospital informou que o bebê apresentou pneumonia como a causa primária da morte e dengue como a terciária. Nos próximos dias, exames deverão confirmar se ela menina adoeceu por causa da dengue. De acordo com o chefe do plantão da emergência do hospital, Luiz Henrique Pereira, a menina tinha um número baixo de plaquetas, o que é comum em casos de dengue.
Segundo Pereira, as duas enfermarias reservadas para casos de dengue estão sempre ocupadas. Nas farmácias próximas ao hospital, os estoques de repelentes acabaram.
Balanço
Desde o começo deste ano, 23.555 moradores da capital tiveram dengue. Destes casos, 30 evoluíram para a morte. Com o bebê, seriam 31.
Em todo o Estado, 48 pessoas morreram neste ano por causa da dengue. O número é quase a metade do registrado em 2002, quando o Estado enfrentou uma das maiores epidemias de dengue dos últimos anos, com 91 mortes, sendo 64 na capital.
Segundo publicou a Folha neste sábado, as Forças Armadas afirmam ter um plano pronto para entrar em ação imediatamente no combate à epidemia de dengue no Rio e no atendimento às vítimas da doença.
Segundo a reportagem, os hospitais das três Forças já estão com todas as vagas ocupadas, mas hospitais de campanha do Exército, da Marinha e da Aeronáutica devem ser instalados no Estado.
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DEVEM TER MANDADO VACINA PARA FRANCA COM DILUENTE À BASE DE ÁGUA DE CHUCHU.
ENTENDERAM ?
FOI DESTE JEITO QUE ELE DEIXOU O ESTADO, DILUÍDO EM ÁGUA.
MAS, SE FALTAR LUGAR PARA MANTER AS NOVAS VACINAS CONGELADAS, NÃO SE PREOCUPEM, CAROS FRANCANOS, O LULINHA MANDA A GELADEIRA EM BREVE.
AGUARDEM ATÉ 5 DE OUTUBRO.
A PTZADA VAI CHEGAR POR AÍ COM TUDO. COM CESTAS DE FUBÁ, GELADEIRA, TVS, ARMÁRIOS PARA GUARDAR DINHEIRO, ETC.
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Como consequência, levaram pessoas a adoecer e mesmo à morte, devido à reação à uma vacina com vírus vivos.
Ôoops! Não deu certo. Bem... Contentem-se com tapiocas, cartões (Federais. De São Paulo não!), declarações contra Mello, o primo do Collor, etc...
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